Num cenário em que as ações norte-americanas atingem máximos históricos, a ideia de investir no estrangeiro ganha cada vez mais relevância. Dave Nadig, da ETF.com, alertou recentemente que a tendência de “home bias” nos Estados Unidos está no seu auge. Este fenómeno refere-se à preferência dos investidores em alocar a maior parte dos seus ativos em mercados locais, ignorando oportunidades internacionais.
Apesar do desempenho robusto das ações nos EUA, os especialistas sugerem que diversificar o portfólio e investir no estrangeiro pode trazer benefícios significativos. A diversificação geográfica permite não só mitigar riscos, mas também explorar o potencial de crescimento de mercados emergentes e de economias em recuperação.
Investir no estrangeiro pode ser uma estratégia inteligente, especialmente em tempos de incerteza económica. Com a volatilidade que caracteriza os mercados, ter uma exposição global pode ajudar a estabilizar os retornos. Além disso, muitos setores fora dos EUA apresentam oportunidades que podem não estar disponíveis no mercado norte-americano saturado.
Os investidores devem considerar também as vantagens fiscais e as diferentes dinâmicas de mercado que podem ser encontradas em outras regiões. A análise cuidadosa das condições económicas e políticas de outros países pode revelar oportunidades valiosas que, de outra forma, poderiam ser negligenciadas.
Portanto, mesmo com os mercados dos EUA a brilhar, é essencial não esquecer a importância de investir no estrangeiro. A diversificação não só protege o capital, mas também pode aumentar as possibilidades de retorno a longo prazo.
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Fonte: CNBC





