O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou hoje que Israel aceitou uma “linha de retirada inicial” em Gaza. Este acordo, segundo Trump, visa estabelecer um cessar-fogo “imediato” e a libertação de reféns. Na sua rede social Truth, Trump partilhou um mapa que ilustra os limites até onde as forças israelitas concordaram em retirar.
Trump afirmou que esta cessação das hostilidades poderá “aproximar esta CATÁSTROFE DE 3.000 ANOS do fim” e contribuir para a paz no Médio Oriente. O Presidente já tinha apresentado um plano de paz de 20 pontos, que foi aceite pelo primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu. Contudo, Trump alertou o Hamas de que “não tolerará atrasos” que possam comprometer o acordo de paz em Gaza.
O líder norte-americano elogiou Israel por suspender temporariamente os bombardeamentos, permitindo assim a finalização da libertação dos reféns e a concretização do acordo de paz. No entanto, o Hamas contradisse esta narrativa, afirmando que os ataques israelitas em Gaza continuam. O grupo palestiniano acusou Netanyahu de mentir sobre a redução das operações militares, sublinhando que os bombardeamentos resultaram na morte de 70 pessoas desde o início do dia.
O Hamas fez um apelo à comunidade internacional para que exerça pressão sobre Israel, de forma a pôr fim ao que descrevem como uma “guerra de extermínio e fome” que afeta a Faixa de Gaza há dois anos. O governo de Gaza, sob controlo do Hamas, também denunciou a ignorância de Israel em relação ao apelo de Trump para um cessar-fogo, apesar da resposta “positiva” do grupo ao plano de paz proposto.
A situação em Gaza continua a ser volátil, e a comunidade internacional observa atentamente os desenvolvimentos. O futuro do cessar-fogo em Gaza e a possibilidade de paz na região dependem agora da resposta do Hamas e da continuidade das negociações entre as partes envolvidas.
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Fonte: ECO





