Os colaboradores da Sword Health, uma empresa portuguesa de tecnologia de saúde, conseguiram arrecadar 54 milhões de dólares através da venda de parte das suas stock options. Este evento de liquidez privado beneficiou 205 trabalhadores em Portugal, que receberam 40 milhões de dólares, enquanto os restantes 14 milhões foram distribuídos entre 82 colaboradores nos Estados Unidos. Este é o segundo evento de liquidez realizado pela empresa em menos de dois anos, elevando o total de vendas de ações a 200 milhões de dólares.
Virgílio Bento, CEO da Sword Health, sublinha a importância de reconhecer o talento dos colaboradores e o valor que estes criam. “Desde o primeiro dia da Sword, tivemos como objetivo reconhecer todo o talento dos nossos colaboradores e o valor que criaram de forma direta”, afirmou Bento. Ele destaca que a criação de eventos anuais de venda de ações visa proporcionar à equipa acesso à liquidez, promovendo um ciclo virtuoso de geração de riqueza em Portugal.
A empresa, que atualmente conta com 1.246 colaboradores a nível global, tem demonstrado um desempenho financeiro excecional. No terceiro trimestre, a Sword Health registou um volume de receitas duas vezes superior ao do mesmo período do ano anterior, embora não tenha revelado valores específicos. Este sucesso é atribuído à sua solução de saúde baseada em Inteligência Artificial, que já prestou mais de oito milhões de sessões a mais de 600.000 pacientes, gerando poupanças superiores a 1.000 milhões de dólares em custos de saúde para os seus clientes.
A iniciativa da Sword Health é vista como um exemplo positivo para o ecossistema de inovação em Portugal. “Só assim se cria um ecossistema de inovação que possa colocar Portugal no grupo de países líderes mundiais em inovação”, acrescenta Bento. Ele espera que mais empresas sigam o exemplo da Sword, reconhecendo o talento português de forma clara.
Com este evento de liquidez, a Sword Health reafirma o seu compromisso com os colaboradores e com a inovação em Portugal. “Leia também: O impacto da tecnologia de saúde na economia portuguesa.”
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Fonte: ECO





