Despedimentos em Portugal após fim do PRR preocupam ministro

Na recente audição do ministro da Economia, António Castro Almeida, na Comissão de Reforma do Estado e Poder Local, a questão dos despedimentos após o término do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) emergiu como um tema central. A aprovação do sétimo pedido de pagamento do PRR por Bruxelas fez com que o ministro abordasse a necessidade de preparação para um futuro sem os recursos financeiros que têm sustentado o país.

Castro Almeida afirmou que, a partir de 2027, tanto o Estado central como as autarquias locais terão de adaptar-se a uma nova realidade, onde a dependência dos fundos comunitários será significativamente reduzida. “O Estado e as autarquias têm que se preparar para viver sem os recursos do PRR. Alguns dos recursos humanos contratados especificamente para este programa poderão não ter justificativa para continuar”, alertou o governante.

O ministro destacou que Portugal tem estado numa situação de “quase total dependência” de financiamentos da União Europeia, com cerca de 85% do investimento público a depender de Bruxelas. Para ele, é crucial que o país comece a direcionar uma parte maior do seu orçamento para investimentos próprios, de forma a garantir a sustentabilidade económica a longo prazo.

Com a aprovação do sétimo pedido, Portugal receberá mais de 1.064 milhões de euros, que serão alocados em áreas consideradas estratégicas, como saúde, habitação, inovação, transição energética e digitalização. O ministério da Economia sublinhou que a avaliação positiva da Comissão Europeia é um sinal claro de que o país está a transformar ambições em resultados concretos.

Castro Almeida enfatizou que cada marco e meta atingidos no âmbito do PRR traduzem-se em investimento, criação de emprego e novas oportunidades, contribuindo para um ambiente económico mais favorável. No entanto, a realidade dos despedimentos após o PRR é uma preocupação crescente que exige atenção e preparação.

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Fonte: Sapo

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