Wall Street terminou a sessão de ontem em terreno negativo, refletindo a crescente preocupação dos investidores com as tensões no comércio internacional, especialmente entre os Estados Unidos e a China. A possibilidade de o governo Trump impor restrições às exportações chinesas que utilizam software americano tem gerado incertezas no mercado.
O índice Dow Jones caiu 0,71%, fechando aos 46.590,41 pontos. O S&P 500 registou uma descida de 0,52%, terminando a sessão nos 6.700,48 pontos, enquanto o Nasdaq sofreu uma perda de 0,93%, encerrando aos 22.740,40 pontos. Este desempenho negativo é um reflexo das preocupações com a economia global e as repercussões que uma possível guerra comercial pode ter.
Entre as empresas que mais contribuíram para esta queda, destacam-se a Salesforce, que viu as suas ações descerem 2,56%, e a Caterpillar, com uma descida de 2,05%. A Goldman Sachs também não escapou, com uma perda de 1,89%, enquanto a Amazon e a Amgen recuaram 1,83% e 1,74%, respetivamente. No entanto, nem todas as empresas seguiram esta tendência negativa. A IBM registou um aumento de 2,16%, a Chevron subiu 1,16%, a Nike teve um crescimento de 1,04% e a McDonald’s somou 0,86%.
No que diz respeito ao mercado do petróleo, o barril de WTI valorizou 3,48%, fixando-se em 59,26 dólares, enquanto o Brent também subiu 3,31%, alcançando os 63,33 dólares. Por outro lado, o gás natural teve uma ligeira descida de 0,69%, estabelecendo-se em 3,450 dólares.
No mercado cambial, o euro valorizou 0,08% em relação ao dólar, com a taxa de câmbio a situar-se em 1,1609 dólares. Este movimento pode ser interpretado como uma resposta às incertezas que pairam sobre a economia americana e o impacto que as tensões comerciais podem ter no futuro.
Os investidores continuam atentos a qualquer desenvolvimento que possa influenciar o cenário económico. Leia também: O impacto das tensões comerciais na economia global.
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Fonte: Sapo





