No mais recente episódio do podcast Mais Valia, Gonçalo Nascimento Rodrigues, especialista em finanças imobiliárias, teve como convidado Frederico Arruda Moreira, CEO da Sociedade Gestora Refundos. A conversa centrou-se na crescente popularidade dos fundos imobiliários, especialmente entre pequenos aforradores, e na comparação com os tradicionais depósitos a prazo.
Frederico Arruda começou por afirmar que “quem coloca as suas poupanças em depósitos a prazo não está a proteger o seu dinheiro, está a perder dinheiro”. Esta afirmação provocou uma reflexão sobre a acessibilidade dos fundos imobiliários, que, segundo o convidado, podem ser tão simples de entender e aceder como um depósito a prazo ou um certificado de aforro.
Durante a entrevista, Arruda explicou as diferenças entre os vários tipos de fundos, como os fundos abertos e fechados, além das sociedades de investimento. Ele destacou que os fundos abertos em Portugal “não têm dívida nenhuma”, o que contribui para uma mitigação do risco associado a este tipo de investimento. Esta característica torna os fundos imobiliários uma alternativa viável e segura.
O especialista também abordou a questão da literacia financeira, apontando que a falta de conhecimento pode ser um fator que leva muitos investidores a preferirem produtos como os depósitos a prazo. “Se analisarmos a performance dos fundos abertos ao longo de 30 anos, mesmo com as crises que ocorreram, a rentabilidade média é superior a 5%. Acredito que são tão seguros, ou até mais, do que um depósito a prazo, e oferecem melhores retornos”, afirmou Frederico Arruda.
Além disso, o CEO da Sociedade Gestora Refundos discutiu o regime fiscal que envolve os fundos imobiliários e antecipou algumas tendências para a indústria de investimento na Europa. Ele acredita que Portugal pode beneficiar dessas tendências, potenciando o crescimento deste mercado.
Para quem deseja aprofundar o tema, leia também: “Como investir em fundos imobiliários em Portugal”.
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Fonte: Doutor Finanças





