No passado sábado à noite, a polícia francesa deteve dois homens suspeitos de estarem envolvidos no roubo de joias no Museu do Louvre. A informação foi avançada pela agência France-Presse, que citou fontes ligadas ao caso, embora sem revelar a sua identidade.
De acordo com o jornal Le Parisien e a revista Paris Match, um dos detidos foi apanhado no aeroporto Charles-de-Gaulle, em Paris, enquanto se preparava para embarcar num voo para o estrangeiro. O segundo suspeito foi preso pouco depois na região metropolitana de Paris. Ambos os homens enfrentam acusações de crime organizado e associação criminosa.
O roubo de joias ocorreu no passado domingo, 19 de outubro, quando um grupo de assaltantes conseguiu entrar na Galeria de Apolo do museu através de um elevador de mercadorias. Em apenas alguns minutos, os ladrões partiram duas das três vitrinas, instaladas em 2019 para proteger as valiosas peças, e fugiram com oito joias, cujo valor total é estimado em 88 milhões de euros.
Este assalto, que teve lugar no museu mais visitado do mundo, gerou uma onda de críticas e um intenso debate político sobre a segurança das instituições culturais em França. As imagens do roubo rapidamente se espalharam pelos meios de comunicação internacionais, aumentando a pressão sobre as autoridades para melhorar a proteção dos patrimónios culturais.
O roubo de joias no Louvre não é um caso isolado, e levanta questões sobre a eficácia das medidas de segurança implementadas em locais de grande afluência turística. A situação exige uma reflexão profunda sobre como proteger melhor as colecções e garantir a segurança dos visitantes.
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Fonte: Sapo





