Galp considera troca de ativos na venda da participação na Namíbia

A Galp está a avançar com a venda de metade da sua participação na exploração de petróleo na Namíbia e, de acordo com a co-CEO Maria João Carioca, a empresa está aberta à possibilidade de uma troca de ativos no âmbito deste acordo. Embora a Galp considere que ainda é “muito, muito cedo” para definir a estrutura do negócio, a co-CEO afirmou que a discussão sobre a troca de ativos é viável, desde que traga clareza sobre o retorno esperado dos ativos de Mopane.

Durante uma chamada com analistas, Carioca destacou que a empresa está em negociações com vários parceiros, todos eles “operadores muito experientes e com um histórico muito relevante”. A Galp mantém a expectativa de fechar um acordo até ao final do ano, o que poderá ser um passo importante na sua estratégia de internacionalização.

A CEO também sublinhou a importância da informação recolhida sobre o ativo na Namíbia, enfatizando que este processo é “crítico” para mitigar riscos associados ao projeto. A venda da participação na Namíbia pode não só trazer benefícios financeiros, mas também contribuir para o fortalecimento da posição da Galp nos mercados internacionais.

Além da movimentação na Namíbia, a Galp anunciou resultados financeiros impressionantes. Entre janeiro e setembro, a petrolífera obteve um lucro líquido de 973 milhões de euros, um novo recorde para este período, representando um crescimento de 9% em relação ao ano anterior. O EBITDA no terceiro trimestre foi de 911 milhões de euros, superando as expectativas do mercado, que apontavam para 865 milhões de euros.

A casa de investimento Jefferies elogiou os resultados da Galp, afirmando que superaram “fortemente” as previsões. O RBC também destacou que a conclusão do acordo na Namíbia poderá resultar em um “fluxo de caixa substancial” para os acionistas no futuro. Atualmente, as ações da Galp estão a valorizar 2,84%, fixando-se em 17,49 euros.

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A venda da participação na Namíbia representa uma oportunidade significativa para a Galp, não apenas em termos financeiros, mas também na diversificação da sua carteira de ativos. A empresa continua a monitorar de perto as negociações e a evolução do mercado, com a esperança de que este acordo traga resultados positivos a curto e longo prazo.

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Fonte: ECO

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