O BPI e a Fundação “la Caixa” anunciaram, na passada quinta-feira, 30 de novembro, os vencedores da 10ª edição do Prémio Solidário, numa cerimónia realizada na Quinta das Lágrimas, em Coimbra. Este ano, foram premiados 24 projetos de instituições sociais, que visam apoiar pessoas em situação de extrema vulnerabilidade, com um total de 1.050.270 euros.
Os projetos distinguidos abrangem diversas áreas de inclusão social, incluindo iniciativas para migrantes e refugiados, apoio a novas mães, reintegração socio-laboral de pessoas sem-abrigo ou em situação de prostituição, assistência a ex-reclusos, e programas de capacitação para mulheres vítimas de violência doméstica, jovens inativos e mulheres ciganas. Cada um dos vencedores receberá, em média, 43.761 euros, permitindo que mais de 4 mil pessoas em situação de vulnerabilidade extrema sejam apoiadas.
De acordo com o BPI e a Fundação “la Caixa”, o objetivo deste prémio é facilitar o desenvolvimento integral e a inclusão social, com um foco especial na inserção laboral e na promoção de uma vida autónoma. Desde o seu lançamento em 2016, o Prémio Solidário já apoiou 232 projetos, totalizando 8,6 milhões de euros, beneficiando mais de 45.000 pessoas em situação de vulnerabilidade.
Os projetos premiados este ano incluem iniciativas de várias regiões de Portugal, como a Associação de Defesa dos Direitos Humanos de Guimarães, a Cáritas Interparoquial de Castelo Branco, e a ACRAS – Associação Cristã de Reinserção e Apoio Social em Lisboa. Também foram distinguidas associações como a Liga Portuguesa Contra a SIDA e o JRS Portugal – Serviço Jesuíta aos Refugiados.
A inclusão social é um tema cada vez mais relevante, e iniciativas como esta do BPI e da Fundação “la Caixa” são fundamentais para apoiar as comunidades mais necessitadas. Através do financiamento de projetos que promovem a inclusão, é possível transformar vidas e proporcionar oportunidades a quem mais precisa.
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inclusão social Nota: análise relacionada com inclusão social.
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Fonte: Sapo





