Taxas abusivas das companhias aéreas em 2025: as 10 mais polémicas

A AirAdvisor, uma plataforma de apoio aos consumidores do setor aéreo, revelou recentemente um levantamento que destaca as 10 taxas mais abusivas cobradas por companhias aéreas em 2025. Este estudo evidencia como serviços que antes eram considerados básicos passaram a ser cobrados à parte, encarecendo significativamente o custo das passagens.

Companhias como a Ryanair e a Wizz Air continuam a ser as mais criticadas por práticas tarifárias agressivas. Por exemplo, estas empresas cobram taxas até para o check-in no aeroporto e para a reimpressão do cartão de embarque. Já a United Airlines e a Lufthansa têm sido apontadas por venderem serviços que outrora eram considerados padrão, como a possibilidade de famílias se sentarem juntas.

Entre as taxas mais polémicas, destaca-se a cobrança para acesso rápido à segurança (fast track), taxas de reserva por telefone e até a exigência de um segundo assento para passageiros de maior porte, uma prática comum em várias companhias norte-americanas. Além disso, algumas empresas, como a WestJet, cobram pela possibilidade de reclinar o assento, enquanto a British Airways e a easyJet aplicam taxas para evitar o lugar do meio.

O levantamento da AirAdvisor mostra que muitos serviços essenciais foram transformados em extras pagos, aumentando o custo final das viagens. A lista das 10 taxas mais abusivas inclui:

1. Reclinar o assento – WestJet
A WestJet implementou novas aeronaves onde a maioria dos assentos da classe económica não reclina. Para quem deseja uma inclinação mínima, é necessário pagar por um upgrade.

2. Bagagem de mão na Classe Económica Básica – United Airlines
As tarifas de “Económica Básica” da United Airlines não permitem bagagens de mão, obrigando os passageiros a despachar a sua mala no portão e a pagar uma taxa extra.

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3. Manter o lugar do meio vazio – Eurowings, Lufthansa, Frontier
Várias companhias aéreas agora vendem o lugar do meio como um produto, cobrando taxas para garantir que este espaço fique vago.

4. Taxas de check-in no aeroporto – Ryanair e Wizz Air
Se esquecer de fazer o check-in online, pode ser penalizado com taxas que chegam a 55 euros. A reimpressão do cartão de embarque também pode custar 20 euros.

5. Lugares familiares – Ryanair
Para garantir que uma família se sente junta, é necessário comprar um lugar reservado, o que transforma uma situação familiar num custo adicional.

6. Correções de nome – Ryanair e easyJet
Erros de digitação nas passagens podem resultar em taxas elevadas, com a Ryanair a cobrar até 160 euros por correções.

7. Evitar o lugar do meio – British Airways e easyJet
Escolher o seu lugar antes do check-in pode ter um custo adicional, especialmente se quiser evitar o lugar do meio.

8. Segurança Fast Track – várias companhias
O acesso rápido à segurança, que antes era gratuito, agora é frequentemente vendido como um extra.

9. Taxas de reserva por telefone
Reservar por telefone pode custar até 35 dólares a mais, uma prática que penaliza quem prefere o atendimento humano.

10. Assento adicional para passageiros grandes – companhias dos EUA
Algumas companhias aéreas exigem que passageiros de maior porte comprem um assento extra, uma política que tem gerado controvérsia.

Segundo Anton Radchenko, CEO da AirAdvisor, “os serviços que antes eram parte essencial da experiência de voo foram convertidos em extras pagos, e o preço anunciado raramente reflete o que o passageiro vai realmente gastar”.

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Fonte: Sapo

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