Max Wasserman, co-fundador e gestor sénior da Miramar Capital, partilhou a sua visão sobre o investimento em ações de grandes tecnológicas, conhecidas como Big Tech. Durante uma conversa com Julie Hyman, apresentadora do Morning Brief, Wasserman revelou que está a “reduzir a exposição” a este setor, numa estratégia que visa proteger os seus investimentos em tempos de incerteza económica.
A decisão de Wasserman surge num contexto em que as ações das grandes tecnológicas têm enfrentado volatilidade. Embora estas empresas tenham demonstrado resiliência e crescimento nos últimos anos, o gestor acredita que é prudente diversificar o portfólio. “Estamos a ver um ambiente de mercado que exige uma abordagem mais cautelosa”, afirmou.
O gestor destacou que, apesar de ainda acreditar no potencial de crescimento das Big Tech, é essencial considerar os riscos associados. A inflação crescente, as taxas de juro em alta e a incerteza geopolítica são fatores que podem impactar negativamente o desempenho destas ações. “É importante manter um equilíbrio e não estar excessivamente exposto a um único setor”, acrescentou.
Wasserman também mencionou que a diversificação é uma estratégia fundamental para mitigar riscos. Ele sugere que os investidores considerem outras áreas do mercado que possam oferecer oportunidades de crescimento, sem depender exclusivamente das Big Tech. “Existem setores que podem beneficiar de tendências emergentes e que merecem atenção”, concluiu.
Para quem acompanha o mercado, a análise de gestores como Wasserman é crucial. As suas decisões e estratégias podem influenciar a forma como os investidores abordam o mercado de ações, especialmente em tempos de incerteza. Leia também: a importância da diversificação na gestão de investimentos.
Big Tech Big Tech Nota: análise relacionada com Big Tech.
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Fonte: Yahoo Finance





