Bolsa de Lisboa fecha em queda com EDP a perder mais de 6%

A Bolsa de Lisboa terminou a sessão desta quinta-feira em terreno negativo, refletindo um clima de incerteza nos mercados. O principal índice da bolsa nacional recuou 1,26%, fixando-se nos 8.376,71 pontos. A Energias de Portugal (EDP) destacou-se entre as perdas, com uma descida de 6,45%, a cotar a 4,106 euros. A EDP Renováveis também não escapou, apresentando uma queda de 4,60%, ao fixar-se nos 12,45 euros.

Em contraste, os CTT conseguiram uma valorização de 4,55%, alcançando os 7,59 euros. Esta disparidade de resultados ilustra a volatilidade que caracteriza o atual cenário económico.

No panorama europeu, a situação não foi muito diferente. O DAX alemão registou uma perda de 1,27%, enquanto o IBEX 35 espanhol conseguiu uma ligeira subida de 0,13%. O CAC 40 francês cedeu 1,36% e o FTSE 100 britânico desvalorizou 0,70%. Estes números refletem a pressão que os mercados estão a sentir, influenciados por fatores globais.

De acordo com a análise da XTB, os recentes desenvolvimentos nas relações entre os Estados Unidos e a China trouxeram algum alívio temporário aos mercados financeiros. No entanto, os analistas alertam que esta é apenas uma pausa numa rivalidade que continua a gerar incertezas. Durante um encontro entre Donald Trump e Xi Jinping, a China comprometeu-se a flexibilizar as restrições à exportação de matérias-primas críticas, enquanto os EUA reduziram algumas tarifas sobre produtos chineses, especialmente na área agrícola.

A China retirou tarifas sobre determinados produtos agrícolas dos EUA, mantendo, no entanto, uma taxa geral de 10% sobre outras importações. Os EUA, por sua vez, ajustaram as tarifas a bens chineses relacionados com a cadeia do fentanil para 10% e prolongaram a suspensão das tarifas mais elevadas até novembro de 2026. Além disso, Pequim prometeu retomar compras de soja e outros produtos norte-americanos, o que poderá trazer um novo impulso aos mercados de commodities.

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Este ambiente de incerteza e as flutuações nas bolsas tornam essencial para os investidores manterem-se informados sobre as tendências do mercado. Leia também: “Como a incerteza global afeta os investimentos em Portugal”.

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Fonte: Sapo

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