André Moz Caldas é o novo presidente da Assembleia Municipal de Lisboa

André Moz Caldas, cabeça de lista da coligação “Viver Lisboa” composta pelo PS, Livre, BE e PAN, foi eleito presidente da Assembleia Municipal de Lisboa (AML) na passada terça-feira. O novo presidente comprometeu-se a desempenhar a sua função “com toda a isenção”, numa clara alusão à necessidade de um trabalho imparcial e focado no bem-estar da cidade.

A eleição decorreu durante a primeira reunião da AML, que teve lugar na Gare Marítima de Alcântara, logo após a instalação dos órgãos municipais para o quadriénio 2025-2029. Os 75 deputados municipais votaram em duas listas para a Mesa da AML, sendo a proposta de André Moz Caldas a que obteve maior apoio, com 37 votos a favor. A sua lista inclui Ofélia Janeiro do Livre como 1.ª secretária e António Morgado Valente do PAN como 2.º secretário.

A lista concorrente, liderada por Margarida Mano do PSD, que se apresentou sob a designação “Por ti, Lisboa”, arrecadou 31 votos. Esta proposta incluía Jorge Nuno Sá, um independente indicado pelo PSD, como primeiro secretário e Martim Borges de Freitas do CDS-PP como segundo secretário. Durante a votação, foram registadas duas abstenções e cinco votos nulos.

A deputada do PCP, Natacha Amaro, fez uma intervenção no início dos trabalhos, defendendo uma solução que refletisse de forma mais equilibrada os resultados eleitorais. Amaro sugeriu uma votação uninominal em vez de listas nominativas, mas a proposta foi rejeitada pelas forças políticas do PSD, CDS-PP e IL.

Nas eleições autárquicas de 12 de outubro, a coligação PSD/CDS-PP/IL foi a mais votada para a AML, liderada por Margarida Mano, ex-ministra da Educação e Ciência. A candidatura de André Moz Caldas, do PS, ficou em segundo lugar. No total, a coligação PSD/CDS-PP/IL elegeu 21 deputados, enquanto a coligação PS/Livre/BE/PAN conseguiu 18, além de 12 presidentes de juntas. A CDU e o Chega elegeram, respetivamente, seis deputados cada.

Leia também  Reunião sobre nova lei laboral: parceiros sociais tentam acordo

A nova liderança da Assembleia Municipal de Lisboa será, sem dúvida, um desafio significativo, dado o contexto político atual e as expectativas da população. A capacidade de diálogo e a busca por consensos serão cruciais para o sucesso do mandato.

Leia também: O impacto das eleições autárquicas na política local.

Assembleia Municipal de Lisboa Assembleia Municipal de Lisboa Assembleia Municipal de Lisboa Nota: análise relacionada com Assembleia Municipal de Lisboa.

Leia também: Reindustrialização e Defesa: Oportunidades para a Economia Portuguesa

Fonte: ECO

Não percas as principais notícias e dicas de Poupança

Não enviamos spam! Leia a nossa política de privacidade para mais informações.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Back To Top