A Câmara Municipal de Paredes, situada no distrito do Porto, aprovou o seu orçamento para o ano de 2026, que totaliza 105,2 milhões de euros. Este valor representa uma diminuição em relação aos 109,7 milhões de euros do orçamento de 2025, que foi o mais elevado até à data. A decisão foi tomada numa reunião de Câmara realizada na passada sexta-feira, onde a maioria dos eleitos do Partido Socialista (PS) votou a favor, enquanto os representantes do Partido Social Democrata (PSD) se opuseram.
De acordo com a autarquia, o orçamento de 105,2 milhões de euros é dividido em duas partes: 68.345.030 euros destinam-se ao orçamento corrente e 36.827.950 euros ao orçamento de capital. Este novo orçamento Paredes reflete a continuidade de uma política de investimentos nas diversas freguesias do município, com uma forte ênfase em questões sociais.
Alexandre Almeida, presidente da Câmara e reeleito nas eleições autárquicas de outubro, sublinhou que a proposta mantém a carga fiscal no mínimo, especialmente no que diz respeito ao Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI). A taxa de IMI para prédios urbanos será fixada na taxa mínima de 0,3%, um intervalo que, segundo a lei, pode variar entre 0,3% e 0,45%. Além disso, a Câmara continuará a isentar de derrama as micro e pequenas empresas com faturação até 150 mil euros.
O autarca destacou que este orçamento Paredes é um reflexo das preocupações sociais da autarquia, assegurando que mais de meio milhão de euros será destinado a apoiar Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS). Este apoio visa ajudar as IPSS a realizar investimentos em novos lares, centros de dia e creches, demonstrando assim um compromisso com o bem-estar da comunidade.
A proposta ainda precisa de ser aprovada pela Assembleia Municipal, que também é maioritariamente socialista. Alexandre Almeida acredita que este orçamento será um passo importante para o desenvolvimento e a continuidade dos serviços prestados à população.
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Fonte: ECO





