A revisão da lei laboral em Portugal deverá ser adiada para depois das eleições presidenciais, agendadas para 18 de janeiro. A União Geral de Trabalhadores (UGT) manifestou a sua disposição para negociar com o Governo, mas a expectativa é que o documento final não chegue à Assembleia da República antes desse prazo.
Sérgio Monte, secretário-geral adjunto da UGT, afirmou ao Jornal Económico que, “a este ritmo, mesmo que as coisas corram muito bem, não estou a ver um acordo antes das presidenciais”. Monte sublinhou a incerteza em torno da possibilidade de um consenso, afirmando que “não sei se haverá acordo”, mas garantiu que a UGT continuará a participar nas negociações com o objetivo de melhorar a proposta.
A situação atual levanta questões sobre o futuro da lei laboral e as suas implicações para os trabalhadores e empregadores em Portugal. A UGT, que representa uma parte significativa dos trabalhadores, está empenhada em garantir que as suas preocupações sejam ouvidas, mas o tempo é um fator crítico.
Com as eleições presidenciais à porta, a pressão sobre o Governo para apresentar uma proposta sólida aumenta. A revisão da lei laboral é um tema sensível e crucial que pode impactar diretamente a vida de muitos cidadãos. A UGT espera que, após as eleições, haja um espaço mais propício para discutir as alterações necessárias à legislação laboral.
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Fonte: Sapo





