Tom Hancock, gestor de portfólio na GMO, defende que a escolha de ações de qualidade é fundamental para investidores que procuram segurança e rentabilidade a longo prazo. Para Hancock, as ações de qualidade são aquelas que apresentam um retorno elevado sobre o capital e que, além disso, reinvestem os lucros no próprio negócio.
Entre as empresas que se destacam neste critério estão a Microsoft, Broadcom e Lilly. Estas multinacionais não apenas demonstram uma sólida performance financeira, mas também têm um histórico de inovação e crescimento sustentável. A Microsoft, por exemplo, tem vindo a diversificar o seu portfólio com soluções em cloud computing e inteligência artificial, o que a torna uma aposta segura no mercado tecnológico.
A Broadcom, por sua vez, é reconhecida pela sua forte posição no setor de semicondutores, um segmento que continua a crescer à medida que a digitalização avança. A empresa tem mostrado um compromisso com a inovação e a expansão, o que a coloca como uma das ações de qualidade a considerar. Já a Lilly, com o seu foco em farmacêuticos e biotecnologia, tem apresentado resultados consistentes e um pipeline robusto de novos produtos.
Investir em ações de qualidade como estas pode ser uma estratégia eficaz para quem procura não só rentabilidade, mas também estabilidade. A consistência nos resultados financeiros e a capacidade de reinvestir em inovação são fatores que podem proporcionar uma vantagem competitiva significativa.
Para os investidores que desejam diversificar os seus portfólios, a escolha de ações de qualidade é uma abordagem recomendada por especialistas. A longo prazo, estas empresas tendem a superar as suas concorrentes, oferecendo não só crescimento, mas também proteção contra a volatilidade do mercado.
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Fonte: Yahoo Finance





