Alto Minho assina protocolo com Fundo Ambiental para biorresíduos

O Alto Minho deu um passo importante na gestão de resíduos ao assinar, na passada sexta-feira, um protocolo de colaboração técnica e financeira com o Fundo Ambiental. O acordo, assinado por António Barbosa, presidente do Conselho Intermunicipal da CIM do Alto Minho, representa um investimento total de 747 mil euros, destinado a implementar projetos de recolha seletiva de biorresíduos no âmbito do programa RecolhaBio 2025.

A cerimónia contou com a presença da ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, e do secretário de Estado do Ambiente, João Manuel Esteves. O objetivo deste protocolo é fortalecer a capacidade dos municípios da região na recolha e reciclagem de biorresíduos, promovendo a infraestrutura necessária, a aquisição de equipamentos e ações de sensibilização para as comunidades locais.

Este financiamento é uma continuidade dos apoios iniciados em 2022, no âmbito do mesmo programa, que é financiado através da taxa de gestão de resíduos (TGR). Segundo uma nota do Conselho Intermunicipal da CIM do Alto Minho, este apoio tem permitido realizar investimentos significativos na gestão sustentável dos biorresíduos urbanos.

As iniciativas financiadas incluem a instalação de contentores específicos para biorresíduos, a aquisição de viaturas elétricas para a sua recolha, projetos de compostagem comunitária e doméstica, bem como o desenvolvimento de ferramentas digitais para monitorização. Além disso, serão realizadas diversas ações de sensibilização e capacitação dirigidas à população, todas alinhadas com os Planos de Ação de Gestão de Resíduos (PAPERSU) municipais.

O programa RecolhaBio tem sido fundamental para o Alto Minho, permitindo uma melhoria significativa nos sistemas de recolha seletiva de biorresíduos. Este esforço não só promove a reciclagem na origem, mas também fortalece a capacidade dos municípios para cumprir as metas ambientais estabelecidas a nível nacional e europeu. Os projetos da edição de 2025 do programa serão acompanhados até 2027, com relatórios de progresso que avaliarão os resultados alcançados.

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Os biorresíduos representam uma parte significativa dos resíduos urbanos e, quando não são devidamente separados, acabam frequentemente em aterros, contribuindo para a emissão de gases poluentes e a contaminação do solo e das águas subterrâneas. A recolha seletiva e a valorização destes resíduos são essenciais para reduzir o volume de resíduos enviados para aterro.

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Fonte: Sapo

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