Líderes de vários países europeus e da União Europeia propuseram, numa reunião realizada em Berlim, a criação de uma “força multinacional” para apoiar o exército ucraniano. Este apoio, que se pretende “sustentável”, será limitado a 800 mil soldados, conforme indicado num comunicado do Governo alemão.
A nova força multinacional será composta por contribuições de nações voluntárias e terá o apoio dos Estados Unidos, que irão liderar um “mecanismo para monitorizar e verificar o cessar-fogo”. Durante a cimeira, os líderes europeus também apelaram à Rússia para que aceite um cessar-fogo, numa tentativa de estabilizar a situação no país.
Na reunião, que teve lugar a 15 de dezembro, participaram uma dezena de líderes, incluindo representantes da UE e da NATO, que se juntaram ao Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, e a enviados dos Estados Unidos. O chanceler alemão, Friedrich Merz, foi uma das figuras centrais do encontro, que contou ainda com a presença de líderes como o britânico Keir Starmer, o polaco Donald Tusk, o sueco Ulf Kristersson, o neerlandês Dick Schoof, o norueguês Jonas Gahr Støre, a italiana Giorgia Meloni, e a dinamarquesa Mette Frederiksen, além do Presidente francês, Emmanuel Macron.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, o presidente do Conselho Europeu, António Costa, e o secretário-geral da NATO, Mark Rutte, também marcaram presença na cimeira. O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deverá participar por videoconferência, reforçando a importância da colaboração internacional nesta iniciativa.
A proposta de uma força multinacional é um passo significativo na resposta europeia à crise na Ucrânia, refletindo a determinação dos líderes em apoiar o país em tempos de conflito. Com a criação desta força, espera-se não apenas reforçar a defesa da Ucrânia, mas também promover um ambiente propício para o diálogo e a paz na região.
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Fonte: Sapo





