Líderes de diversos países europeus e da União Europeia reuniram-se esta segunda-feira em Berlim para discutir a criação de uma “força multinacional” destinada a apoiar o exército ucraniano. Segundo um comunicado do Governo alemão, esta força será composta por contribuições de nações voluntárias e terá um limite de 800.000 soldados. O apoio será “sustentável” e contará com a colaboração dos Estados Unidos, que liderarão um mecanismo para monitorizar e verificar o cessar-fogo.
Os líderes europeus, que incluem figuras proeminentes da UE e da NATO, apelaram à Rússia para aceitar um cessar-fogo, numa tentativa de estabilizar a situação na Ucrânia. A cimeira conta com a presença do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, que se reuniu no domingo com enviados da Casa Branca, incluindo Steve Witkoff e Jared Kushner, genro do ex-Presidente Donald Trump.
Entre os líderes que participam na cimeira estão o chanceler alemão, Friedrich Merz, o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, e o ex-primeiro-ministro polaco, Donald Tusk. Também marcam presença os primeiros-ministros da Suécia, Ulf Kristersson, e da Noruega, Jonas Gahr Støre, bem como as chefes de Governo de Itália, Giorgia Meloni, e da Dinamarca, Mette Frederiksen. O Presidente francês, Emmanuel Macron, também está presente, assim como a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, o presidente do Conselho Europeu, António Costa, e o secretário-geral da NATO, Mark Rutte. O Presidente norte-americano, Donald Trump, deverá participar por videoconferência.
A proposta de uma força multinacional surge num momento crítico para a Ucrânia, que continua a enfrentar desafios significativos no seu conflito com a Rússia. A criação desta força poderá não só proporcionar apoio militar, mas também reforçar a posição da Ucrânia nas negociações de paz. A colaboração entre os países europeus e os Estados Unidos é vista como um passo importante para garantir a segurança e a estabilidade na região.
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Fonte: ECO





