Câmara de Gondomar reduz IMI em 2,5% para 2026

A Câmara Municipal de Gondomar, liderada pelo Partido Socialista, decidiu aprovar uma redução de 2,5% no Imposto Municipal sobre os Imóveis (IMI) para o orçamento de 2026. Esta medida foi aprovada na última terça-feira, com a abstenção dos partidos PSD, IL e Chega.

Com esta alteração, a taxa do IMI para os prédios urbanos nas freguesias mais densamente povoadas, como Baguim do Monte, Fânzeres, São Pedro da Cova, Gondomar (São Cosme), Valbom, Jovim e Rio Tinto, passará de 0,382% para 0,372%. Já nas freguesias de menor densidade populacional, como Foz do Sousa, Covelo, Melres, Medas e Lomba, a taxa descerá de 0,343% para 0,326%.

A autarquia esclarece que a redução do IMI resultará numa diminuição da receita municipal em cerca de 1,05 milhões de euros. Este valor é consequência da aplicação do IMI Familiar e da manutenção de taxas diferenciadas por freguesia, uma decisão que visa aliviar a carga fiscal sobre as famílias gondomarenses.

O IMI Familiar oferece descontos que variam conforme o número de filhos: 30 euros para famílias com um filho, 70 euros para aquelas com dois filhos e 140 euros para agregados com três ou mais filhos. Esta política fiscal é vista como uma forma de apoiar as famílias e promover a equidade social.

Luís Filipe Araújo, presidente da Câmara de Gondomar, comentou que a “redução do IMI é o reflexo de uma estratégia de governação assente na boa gestão financeira e na convicção de que é possível aliviar a carga fiscal das famílias sem comprometer a sustentabilidade das contas do município”.

O executivo da Câmara é composto por seis vereadores do PS, três da coligação PSD/IL e dois do Chega. A decisão de reduzir o IMI é um passo significativo na política fiscal do município, que procura equilibrar a necessidade de receita com o apoio às famílias.

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Fonte: ECO

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