André Ventura, candidato presidencial e líder do Chega, anunciou que irá tornar pública a lista de donativos para a sua campanha através de um site. Durante uma arruada em Moscavide, Loures, Ventura desafiou os seus adversários a fazerem o mesmo. “Estou completamente disponível para divulgar a lista de donativos para a campanha. Quando se entender, divulgaremos toda a lista, e eu desafio os meus opositores a fazer o mesmo”, afirmou.
O líder do Chega respondeu a uma pergunta sobre a importância da transparência nas campanhas eleitorais, uma questão levantada pela candidata Catarina Martins. Ventura sublinhou que as campanhas presidenciais contam com apoios partidários, mas também com donativos de indivíduos, respeitando os limites legais. “No nosso caso, é tudo feito através de um site, que fica registado e transparente”, explicou.
Para Ventura, a exigência de transparência deve ser aplicada a todas as candidaturas. “Quem defende que o Estado deve ser transparente também deve exigir isso das candidaturas”, insistiu. O candidato destacou que as contas da campanha devem ser entregues à Entidade de Contas, mas considera que é necessário ir além, revelando quem apoia a campanha e quais os seus interesses.
Ventura recordou que, como deputado, tem apresentado declarações de rendimentos há muitos anos. A questão da transparência tem sido um tema central na pré-campanha, especialmente após Luís Marques Mendes, candidato apoiado pelo PSD/CDS-PP, ter divulgado uma lista com os clientes da sua empresa e desafiado outros candidatos a fazerem o mesmo. “É uma questão de condicionamento, parece que ele é o candidato do sistema”, criticou Ventura.
Sobre a possibilidade de envio de militares portugueses para a Ucrânia, Ventura manifestou a sua discordância, afirmando que não apoia o envio de tropas enquanto durar o conflito. No entanto, defendeu que Portugal deve continuar a fornecer apoio financeiro, médico e diplomático ao país.
A arruada em Loures, onde Ventura foi vereador antes de se desfiliar do PSD, terminou junto a uma esquadra da PSP, onde o candidato foi recebido calorosamente por cidadãos que pediam “selfies” e acenavam, enquanto os seus apoiantes entoavam cânticos de vitória.
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Fonte: Sapo





