A primeira-ministra da Ucrânia, Yulia Svyrydenko, denunciou um ataque russo que envolveu o lançamento de mais de 600 drones e dezenas de mísseis contra as infraestruturas energéticas do país. Este ataque ocorreu entre a noite de segunda-feira e a manhã de hoje, numa ação considerada deliberada e cínica, especialmente em vésperas do Natal.
Na sua declaração na rede social Telegram, Svyrydenko afirmou que “o inimigo tentou deixar as famílias ucranianas sem eletricidade, sem aquecimento e sem qualquer sensação de segurança” durante um período em que muitos se preparam para as festividades. O ataque russo teve um impacto significativo, com as instalações energéticas no oeste da Ucrânia a serem as mais afetadas.
Após o bombardeamento, a primeira-ministra informou que todos os serviços foram mobilizados para mitigar as consequências do ataque. “Devido às ações inimigas em todo o país, tiveram de ser implementados cortes de energia programados”, explicou. Estes cortes, segundo Svyrydenko, serão suspensos assim que a situação no sistema energético se estabilizar.
As administrações militares regionais e os serviços competentes estão a trabalhar arduamente para restabelecer a energia o mais rapidamente possível. A primeira-ministra sublinhou que todos os recursos disponíveis foram mobilizados para enfrentar esta crise. O Ministério da Energia, em colaboração com a empresa estatal Ukrenergo, irá fornecer atualizações regulares sobre o estado do sistema energético da Ucrânia.
Este ataque russo representa um novo desafio para a Ucrânia, que já enfrenta dificuldades significativas devido ao conflito em curso. A situação energética é crítica, e o governo está a fazer todos os esforços para garantir que a população tenha acesso a eletricidade e aquecimento durante o inverno.
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Fonte: Sapo





