Aprender engenharia de software na era da Inteligência Artificial

A engenharia de software está a passar por uma transformação significativa, impulsionada pela Inteligência Artificial (IA). Atualmente, as ferramentas de IA, que vão desde modelos de linguagem a agentes inteligentes, estão a ser aplicadas em diversas áreas, como arte, ciência e robótica. Esta revolução não afeta apenas o que se programa, mas também a forma como se programa. Com assistentes como o GitHub Copilot e o Cursor, os programadores estão a tornar-se verdadeiros “cyborgs”, onde a IA atua como um assistente que automatiza tarefas repetitivas. Isso permite que os profissionais se concentrem nas necessidades dos clientes e na arquitetura dos sistemas, resultando em aumentos de produtividade que podem ultrapassar os 50%.

Neste cenário, a aprendizagem da engenharia de software precisa de se adaptar. A IA possibilita experiências de aprendizagem mais personalizadas, com tutores virtuais que oferecem correções e orientações em tempo real. A Escola 42 destaca-se como um exemplo inovador nesta transição. A sua abordagem pedagógica, baseada em desafios práticos e colaboração entre pares, permite uma evolução rápida do currículo, ajustando-se às mudanças tecnológicas, incluindo a integração de ferramentas de IA.

Reconhecida no ranking WURI como uma das instituições mais inovadoras do mundo, a Escola 42 prepara developers criativos e resilientes para o mercado. Recentemente, a escola deu um passo importante ao evoluir o seu currículo para incluir o ensino da IA do ponto de vista de quem a desenvolve. Os alunos aprendem não apenas a utilizar ferramentas de IA, mas também a trabalhar com os princípios que as sustentam, incluindo o desenho de pipelines e a avaliação de modelos.

Esta abordagem prática e intensiva garante que os alunos dominem as principais linguagens e sistemas, além de desenvolverem a capacidade de pensar criticamente e inovar. Ao transformar tanto o conteúdo como a metodologia de ensino, a Escola 42 está a preparar talentos para liderar no setor tecnológico, que está em constante evolução.

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Em contraste, as universidades tradicionais enfrentam dificuldades em adaptar os seus currículos. A necessidade de convencer docentes e obter aprovações internas torna o processo lento, enquanto a era da IA exige agilidade e colaboração. O modelo da Escola 42 não é apenas uma alternativa, mas sim uma referência na formação de engenheiros de software.

As empresas que recrutam alunos da Escola 42, como a Critical TechWorks, destacam a autonomia e a capacidade de adaptação dos seus formandos a ambientes de trabalho reais. Com mais de 75 alumni a desenvolver software para o novo BMW iX3, a escola prova que a formação em engenharia de software não deve apenas focar na competência técnica, mas também na colaboração e na criação de valor num mundo tecnológico em rápida mudança.

Leia também: O impacto da IA na formação de profissionais de tecnologia.

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Fonte: Sapo

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