Aumento de capital da Impresa aprovado para entrada da MFE

A Assembleia Geral Extraordinária da Impresa aprovou, hoje, a autorização ao Conselho de Administração para proceder ao aumento de capital, no valor de até 17,3 milhões de euros. Este aumento será integralmente subscrito pela MFE, com a supressão do direito de preferência dos acionistas. O aumento de capital é uma condição essencial do Acordo de Investimento, que ainda depende de algumas verificações, incluindo a confirmação da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) de que este acordo não obriga a MFE a lançar uma oferta pública de aquisição sobre todas as ações da Impresa.

Além disso, as instituições de crédito envolvidas devem confirmar que não exercerão quaisquer direitos relacionados com contratos de financiamento da Impresa e suas subsidiárias, que possam ser afetados pelo Acordo de Investimento. Esta aprovação é um passo importante para a empresa, que detém marcas como a SIC e o Expresso.

Em resposta a um pedido da CMVM, a Impresa divulgou também as suas projeções financeiras, que se estendem até 2028. A empresa espera um crescimento das receitas de 0,5% ao ano, prevendo que as receitas consolidadas atinjam 179 milhões de euros este ano e 182,1 milhões de euros em 2028. O resultado operacional (EBITDA) deverá ser de 24,3 milhões de euros em 2028.

Relativamente aos seus principais segmentos de negócio, a Impresa antecipa um crescimento anual de 0,9% nas receitas de televisão, que deverão alcançar 159,4 milhões de euros em 2028, com um resultado operacional de 21,2 milhões de euros. No entanto, os custos associados a este segmento devem aumentar 0,5% ao ano.

Por outro lado, no setor de publishing, a empresa prevê uma diminuição nas receitas, com uma queda anualizada de 1,1%. As receitas devem passar de 23,1 milhões de euros em 2025 para 22,4 milhões de euros em 2028. Apesar disso, o EBITDA neste segmento deverá melhorar, passando de dois milhões de euros em 2024 e 2025 para três milhões de euros até ao final do período em análise. Os custos no publishing, contudo, deverão agravar-se a uma taxa superior, de 3% ao ano.

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Fonte: Sapo

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