A Bolsa de Lisboa apresenta uma desvalorização de 0,55%, fixando-se nos 8.137,90 pontos, numa sessão em que as principais bolsas europeias estão a recuperar das perdas iniciais. Este contraste entre a Bolsa de Lisboa e os mercados europeus destaca-se, uma vez que enquanto a maioria dos índices europeus avança, a bolsa portuguesa continua a registar quedas.
As maiores perdas na Bolsa de Lisboa são atribuídas à Teixeira Duarte, que desce 3,43%, cotando a 0,62 euros. A Mota-Engil segue com uma desvalorização de 3,03%, fixando-se nos 4,85 euros, enquanto a Semapa cai 2,27%, atingindo os 21,50 euros. Outros títulos que também estão a negociar em terreno negativo incluem a Altri, os CTT, o Banco Comercial Português (BCP), a Ibersol, a Corticeira Amorim, a Sonae, a NOS, a EDP, a EDP Renováveis, a Jerónimo Martins e a REN.
Por outro lado, a Navigator destaca-se entre os poucos valores em alta, com uma valorização de 0,84%, cotando a 3,11 euros. A Galp Energia também apresenta um leve aumento de 0,21%, fixando-se nos 14,33 euros.
Em contraste, as principais bolsas europeias estão a negociar em alta após uma abertura negativa. O DAX da Alemanha sobe 0,03%, alcançando os 24.347,04 pontos, enquanto o CAC 40 de França valoriza 0,16%, atingindo os 8.116,26 pontos. O FTSE 100 do Reino Unido avança 0,09%, situando-se nos 9.879,45 pontos. O AEX dos Países Baixos valoriza 0,46%, cotando a 945,70 pontos, e o IBEX 35 de Espanha sobe 0,10%, alcançando os 17.189,38 pontos. Em contraste, o FTSE MIB da Itália continua a registar perdas, com uma quebra de 0,08%, fixando-se nos 44.572,50 pontos.
No mercado de matérias-primas, o petróleo está a negociar em alta, com o brent a subir 2,09%, cotando a 61,50 dólares, e o crude a valorizar 2,31%, alcançando os 58,05 dólares. No que diz respeito ao câmbio, o euro apresenta uma quebra de 0,06% face ao dólar, situando-se nos 1,17661 dólares, e desce 0,01% em relação à libra, cotando a 0,87239 libras.
A situação da Bolsa de Lisboa levanta questões sobre a sua resiliência em tempos de recuperação nos mercados europeus. Leia também: O impacto da política monetária na Bolsa de Lisboa.
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Fonte: Sapo





