A recente Depressão Cláudia causou estragos significativos em Portugal, levando as seguradoras a desembolsar um total de 31 milhões de euros em indemnizações. A Associação Portuguesa de Seguradores (APS) revelou que, entre os dias 12 e 16 de novembro de 2025, foram registados 9.772 sinistros cobertos por apólices de seguros, tanto em Portugal Continental como na Madeira.
Deste montante, já foram pagos 3,28 milhões de euros em indemnizações, enquanto os restantes 27,75 milhões de euros estão reservados para assegurar o pagamento das indemnizações que ainda estão por liquidar. Este cenário evidencia a gravidade dos danos provocados pela Depressão Cláudia, que afetou principalmente seguros de habitação e de atividades comerciais e industriais.
Mais de 93% dos sinistros reportados estão relacionados com seguros de habitação, o que sublinha a vulnerabilidade das propriedades residenciais a fenómenos meteorológicos extremos. Este evento climático reforça a importância de ter um seguro adequado, não apenas para proteger bens materiais, mas também para garantir a segurança financeira das famílias e empresas afetadas.
A APS destaca que a ocorrência de eventos climáticos severos, como a Depressão Cláudia, torna ainda mais crucial a adesão a seguros, que funcionam como um mecanismo de proteção essencial. A situação atual serve como um alerta para que cidadãos e empresas reavaliem as suas apólices e considerem a cobertura necessária para enfrentar possíveis desastres naturais.
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Depressão Cláudia Depressão Cláudia Nota: análise relacionada com Depressão Cláudia.
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Fonte: Sapo





