A Solverde foi a única empresa a apresentar uma proposta para a concessão de mais 15 anos do casino de Espinho, segundo informações do jornal Expresso. Esta decisão marca um momento importante no setor dos jogos de azar em Portugal, uma vez que a Solverde, uma conhecida operadora de casinos, continua a consolidar a sua presença no mercado.
Por outro lado, a Estoril Sol decidiu não avançar com uma candidatura para o casino na Póvoa de Varzim, o que levanta questões sobre o futuro da operação nesta zona. De acordo com a mesma fonte, o grupo francês Lucien Barrière foi o único a apresentar uma proposta para a concessão do casino na Póvoa de Varzim, o que poderá indicar uma mudança no panorama competitivo.
As propostas apresentadas para as concessões de casinos serão agora avaliadas por um júri independente, que inclui representantes do Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos, do Turismo de Portugal e um magistrado nomeado pelo Ministério Público. Este processo é crucial para assegurar que as propostas cumprem todos os requisitos legais e regulamentares.
Recentemente, o Governo prolongou as concessões dos casinos nas zonas de jogo do Algarve, de Espinho e da Póvoa de Varzim por mais três meses. Esta decisão foi tomada na sequência do término do prazo para as propostas, que ocorreu a 29 de dezembro. O Executivo justificou o alargamento do prazo como necessário para cumprir todos os formalismos exigidos, uma vez que o processo de atribuição das novas concessões não foi concluído até ao prazo estipulado, que termina a 31 de dezembro de 2025.
Além disso, o prazo para os casinos atualmente concessionados à Solverde no Algarve, incluindo Vilamoura, Portimão e Praia da Rocha, termina a 4 de janeiro. Esta situação poderá ter um impacto significativo na operação e na estratégia da Solverde, que continua a ser um dos principais players no setor.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou o diploma do Governo, destacando a ausência de Luís Montenegro numa reunião do Conselho de Ministros, onde se discutiu este dossier. O primeiro-ministro pediu escusa devido à sua relação pessoal com os proprietários da Solverde, o que levanta questões sobre a transparência e a imparcialidade do processo.
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Fonte: ECO





