TAP lança concurso para venda da Cateringpor por 9,6 milhões

A TAP, companhia aérea nacional, anunciou o lançamento de um concurso público para a venda da sua participação de 51% na Cateringpor, empresa responsável pelo fornecimento de serviços de catering. O preço-base para esta alienação é de 9,57 milhões de euros, e os interessados têm até ao dia 13 de fevereiro para submeter as suas propostas.

A decisão foi tomada pelo conselho de administração da TAP a 23 de janeiro e foi comunicada ao mercado através do site da companhia. O lote em questão consiste em 357.000 ações, cada uma com um valor nominal de 5 euros, representando assim uma parte significativa do capital social da Cateringpor. O montante estipulado para a venda é de 9.567.145 euros, conforme indicado no comunicado oficial.

Para participar no concurso, a TAP definiu uma série de requisitos que os concorrentes devem cumprir. É essencial que os candidatos tenham pelo menos cinco anos de experiência no setor de catering, especialmente na operação em aeroportos de categoria igual ou superior ao Aeroporto Humberto Delgado. Além disso, deverão apresentar as suas demonstrações financeiras referentes aos anos de 2023 e 2024, bem como uma estimativa para o encerramento do ano de 2025. Outro critério importante é que o ativo corrente dos concorrentes deve ser superior ao passivo corrente, e a dívida líquida não pode exceder quatro vezes o EBITDA.

Os concorrentes não só devem apresentar uma proposta financeira, mas também uma proposta que defina as condições contratuais para o fornecimento de serviços de catering pela Cateringpor, a partir do momento em que a venda se concretizar. As propostas devem ser enviadas até às 23:59 do 45.º dia após a publicação do anúncio do concurso no Diário da República, que ocorreu a 30 de dezembro.

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A venda da Cateringpor faz parte de um compromisso assumido pela TAP no âmbito do plano de reestruturação acordado com a Comissão Europeia em dezembro de 2021. O ministro das Infraestruturas, em declaração feita a 19 de dezembro, esclareceu que a participação da TAP na Cateringpor, assim como a participação de 49,9% na Menzies Aviation, será alienada de forma autónoma e não fará parte do processo de privatização da companhia aérea. Os resultados desta venda reverterão para o Estado português, e os terrenos e edifícios da TAP junto ao aeroporto também não estão incluídos na privatização.

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Fonte: ECO

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