Venezuela solicita reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU

A Venezuela solicitou uma reunião extraordinária do Conselho de Segurança das Nações Unidas, em resposta ao que considera uma “agressão criminosa” por parte do governo dos Estados Unidos. O pedido foi feito pelo ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yvan Gil, através das redes sociais, onde enfatizou a necessidade de defender o direito internacional.

Por outro lado, Kaja Kallas, chefe da diplomacia da União Europeia, pediu moderação após conversas com autoridades em Washington sobre os recentes ataques dos EUA na Venezuela. Kallas afirmou que a UE está a monitorizar de perto a situação e sublinhou que o direito internacional deve ser respeitado “em todas as circunstâncias”. Contudo, esta declaração não representa uma posição oficial da UE, que deverá ser formalizada após consultas com os Estados-membros.

As reações à situação na Venezuela estão a dividir opiniões. Há quem defenda que a intervenção dos Estados Unidos é crucial para que o país sul-americano se alinhe com as democracias. Em contrapartida, existem vozes que alertam que, após a crise, os venezuelanos poderão unir-se contra a intervenção estrangeira. Este último ponto é reforçado pelo silêncio da oposição ao regime de Nicolás Maduro, que, até ao momento, não se manifestou sobre os ataques. María Corina Machado, uma das figuras mais proeminentes da oposição e que sempre se mostrou favorável à intervenção dos EUA, ainda não fez qualquer declaração sobre o assunto.

O governo de Espanha, que mantém uma relação próxima com a Venezuela, independentemente do regime, já se disponibilizou para mediar o conflito entre os EUA e a Venezuela.

Nos Estados Unidos, várias vozes dentro do Partido Democrata manifestaram-se contra a intervenção decidida pela Casa Branca. Analistas norte-americanos lembram que a administração não pode entrar em guerra ou realizar atos de guerra sem o consentimento do Congresso, o que não ocorreu neste caso.

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A situação na Venezuela continua a evoluir, e as repercussões internacionais são significativas. Leia também: A influência dos EUA na política latino-americana.

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Fonte: Sapo

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