João Cotrim de Figueiredo, candidato à Presidência da República, afirmou que o cargo de Presidente não deve ser encarado como um prémio de carreira ou uma oportunidade para facilitar negócios. Durante a apresentação da sua candidatura, que decorreu no Centro de Congressos de Lisboa, o eurodeputado deixou claro que o seu objetivo é servir Portugal e os portugueses, sem se deixar influenciar por interesses partidários ou lógicas políticas.
“Para mim, ser Presidente da República não é um prémio de carreira. Não se trata de continuar funções como comentador ou de ganhar tempo de antena para outras eleições”, sublinhou Cotrim de Figueiredo, que conta com o apoio da Iniciativa Liberal. O candidato acredita que a Presidência deve ser um espaço de serviço público, onde se deve ter a coragem de enfrentar os desafios que surgem, mesmo que isso implique tomar decisões difíceis.
Cotrim de Figueiredo destacou a importância de uma visão de futuro para Portugal, afirmando que a sua candidatura representa a esperança, o inconformismo e o otimismo. “Acredito num Portugal maior e melhor, e não tenho medo de enfrentar os poderosos da economia e de outros interesses”, afirmou, perante cerca de 400 apoiantes que o aplaudiram durante o seu discurso de 30 minutos.
As eleições presidenciais estão agendadas para 18 de janeiro de 2026, e a corrida conta com um número recorde de 11 candidatos. Caso nenhum deles consiga obter mais de metade dos votos válidos, haverá uma segunda volta marcada para 8 de fevereiro, entre os dois mais votados.
Cotrim de Figueiredo defende que, para ser Presidente, é necessário ter os olhos postos no futuro e um compromisso genuíno com o país. “Ser Presidente da República é assumir o mais alto cargo da nação para servir com energia”, concluiu.
Leia também: O que esperar das eleições presidenciais de 2026.
Candidatura presidencial Candidatura presidencial Candidatura presidencial Candidatura presidencial Candidatura presidencial Nota: análise relacionada com Candidatura presidencial.
Leia também: António José Seguro promete presidências abertas se eleito
Fonte: ECO





