Gouveia e Melo quer ser uma influência positiva na presidência

Durante uma visita à Feira do Relógio, em Lisboa, o candidato à presidência, Gouveia e Melo, expressou o seu desejo de ser uma “influência positiva” no sistema político português. Questionado sobre o impacto da sua formação militar na campanha eleitoral, Gouveia e Melo destacou que o essencial é ter “conhecimentos e capacidades que eventualmente outros não têm”.

O candidato sublinhou a importância de os portugueses decidirem o perfil do presidente que desejam. “Qual é o perfil? Quais são as capacidades que desejam ter na presidência? Com que personalidade? Isso é o que os portugueses vão ter que decidir a partir de agora”, afirmou.

Gouveia e Melo pretende fazer uma campanha centrada em mensagens positivas, reiterando que, se eleito, a sua abordagem será sempre de influência construtiva. “A presidência não é um lugar executivo, é mais um lugar de influência. Eu pretendo ser uma influência positiva”, disse, enfatizando que a forma como se exerce essa influência pode ter um impacto significativo no sistema.

No início da sua campanha, o candidato afirmou que o seu partido é Portugal e que a sua comissão de honra são os próprios portugueses. “Eu defendo todos. Fui treinado a pensar em Portugal como um todo, não como uma parte”, declarou.

Em relação à situação na Venezuela, Gouveia e Melo manifestou preocupação com a intervenção militar dos Estados Unidos, mas alertou que “nenhum país vai conseguir controlar outro”. Ele apelou à paciência e à cautela, sublinhando a importância de Portugal manter uma posição estratégica que traga vantagens, mas que também comporte riscos.

“Temos de esperar, temos de ser pacientes. É preciso nunca esquecer que somos europeus e atlânticos. Temos que ter algum cuidado e sentido de Estado”, acrescentou.

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Quando questionado sobre a possibilidade de Portugal não reconhecer o novo Estado da Venezuela, Gouveia e Melo reiterou a necessidade de precaução. “A precaução é importante. Estamos numa posição estratégica que nos traz vantagens, mas também riscos. Temos que perceber quais são os interesses portugueses”, concluiu.

Além de Gouveia e Melo, outros candidatos às eleições presidenciais incluem Luís Marques Mendes, António Filipe, Catarina Martins, António José Seguro, entre outros.

Leia também: O que esperar das próximas eleições presidenciais em Portugal.

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Fonte: Sapo

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