Montenegro na campanha de Marques Mendes: uma presença natural

O candidato à Presidência da República, Luís Marques Mendes, afirmou que é “normal e natural” a presença do líder do PSD, Luís Montenegro, na sua campanha eleitoral. Mendes, que se apresenta como candidato independente, sublinhou que a sua candidatura conta com o apoio do PSD, o que justifica a participação do primeiro-ministro nas suas iniciativas. “Fico contente com isso”, disse Mendes, durante uma conferência de imprensa nas Caldas da Rainha, no arranque da campanha para as eleições presidenciais marcadas para 18 de janeiro de 2026.

No primeiro dia oficial da campanha, Mendes e Montenegro vão almoçar juntos na Batalha. O candidato presidencial destacou que a presença de Montenegro lhe confere uma energia extra e reiterou que, para ele, “o que está previsto” é que o líder do PSD participe apenas uma vez na sua campanha. Mendes acrescentou que seria surpreendente se Montenegro não aparecesse, dado o apoio do partido à sua candidatura.

Questionado sobre se a presença de Montenegro poderia ser interpretada como um sinal de unidade dentro do PSD, Mendes respondeu afirmativamente. “Sim, o PSD apoia a minha candidatura. É normal que, sendo apoiado por um partido, o seu líder esteja presente nas ações de campanha”, afirmou.

Mendes também se mostrou despreocupado com a possibilidade de ser visto como “demasiado colado ao Governo”. “Não estou nada preocupado com isso. O que seria realmente surpreendente seria a ausência do líder do PSD numa ação de campanha, dado o apoio que me foi dado”, frisou.

Durante a sua visita a uma pastelaria, Mendes revelou que costuma tomar “quatro a cinco cafés” por dia, uma rotina que considera essencial para manter a energia. “Para já, não estou a precisar de energia extra, mas lá para o fim da campanha, nunca se sabe”, brincou.

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Além disso, Mendes não confirmou informações sobre a possibilidade de receber escolta policial durante a campanha, uma medida sugerida pelo Serviço de Informação e Segurança (SIS) devido a uma avaliação de risco. “É uma matéria das autoridades”, respondeu, mas uma fonte da sua candidatura confirmou que ele aceitou a escolta.

As eleições presidenciais de 2026 contam com um número recorde de 11 candidatos, incluindo Gouveia e Melo, António Filipe, Catarina Martins, António José Seguro, André Ventura, entre outros. Se nenhum candidato obtiver mais de 50% dos votos, haverá uma segunda volta a 8 de fevereiro.

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Fonte: ECO

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