O Governo português afirmou, em resposta a preocupações levantadas, que a suspensão temporária do sistema europeu de controlo de fronteiras para cidadãos extracomunitários no aeroporto de Lisboa não compromete a segurança nacional. Esta declaração foi feita pelo secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna, Paulo Simões Ribeiro, durante um debate de urgência solicitado pelo Partido Socialista (PS).
Ribeiro enfatizou que a suspensão do controlo de fronteiras não significa um regresso a um regime de segurança frouxa. “Quero deixar bem claro, para que não haja nenhum erro de interpretação. Esta suspensão não compromete de forma alguma a segurança nacional, nem significa que voltamos ao regime das portas escancaradas que o Partido Socialista conhece bem”, afirmou o secretário de Estado.
O debate centrou-se na situação do aeroporto de Lisboa e no impacto da suspensão do Sistema de Entradas e de Saídas (EES). Apesar da suspensão, o Governo garantiu que todos os controlos essenciais e as verificações em bases de dados internacionais continuam a ser realizados. As verificações nas bases de dados da Europol e da Interpol permanecem plenamente operacionais, assegurando que a segurança dos cidadãos não está em risco.
A decisão de suspender o controlo de fronteiras é uma medida temporária, e o Governo acredita que já está a dar resultados positivos. A intenção é facilitar o fluxo de passageiros no aeroporto, especialmente em períodos de maior afluência, sem comprometer a segurança.
Os cidadãos que viajam para Portugal podem, assim, sentir-se seguros, uma vez que as autoridades continuam a monitorizar a situação de forma rigorosa. O Governo reitera que a segurança nacional é uma prioridade e que todas as medidas estão a ser tomadas para garantir que os procedimentos de controlo de fronteiras não sejam afetados.
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Fonte: Sapo





