Seguro alerta para “inimigos da democracia” nas eleições

O candidato à presidência, António José Seguro, fez um alerta contundente sobre os “inimigos da democracia”, afirmando que, se estes forem eleitos, trarão um “mundo velho” em vez do prometido “mundo novo”. Durante um discurso após um almoço com apoiantes em Aveiro, Seguro destacou que a ameaça não se apresenta através de um golpe militar, mas sim pela destruição das instituições democráticas de dentro para fora.

O ex-líder do Partido Socialista (PS) enfatizou que a atual situação política em Portugal é preocupante, caracterizada por uma “democracia com menos qualidade” e um “Estado a abrir fendas”. Segundo Seguro, os populistas e radicais aproveitam-se desta fragilidade para prometerem mudanças que, na verdade, visam o retrocesso. “Estes inimigos da democracia não querem um mundo novo, mas sim o regresso a um mundo velho”, afirmou, referindo-se ao período que Portugal deixou para trás há mais de 50 anos com a Revolução dos Cravos.

Seguro criticou a forma como estes grupos se infiltram nas instituições, minando a credibilidade da política. “Eles fazem com que as pessoas questionem: ‘a política é isto?’. Depois, desviam o debate para questões irrelevantes, fazendo parecer que os políticos não se preocupam com os problemas reais da população”, disse. Para ele, é fundamental que os cidadãos não permaneçam passivos diante desta degradação da democracia.

O candidato também partilhou a sua motivação para se candidatar, revelando que decidiu “sair do sofá” após observar a deterioração do Estado e da sociedade. “Eu tinha uma vida tranquila, mas não podia ignorar o que estava a acontecer”, justificou. Esta ideia de responsabilidade cívica e de ação é um dos pilares da sua campanha.

Além disso, Seguro sublinhou a necessidade de Portugal se adaptar às mudanças globais, destacando que o futuro não deve ser visto como um conjunto de limitações, mas sim como uma oportunidade. “Devemos dar prioridade à defesa e à segurança nacional, algo que não era uma preocupação há décadas”, afirmou, referindo-se à importância de um investimento mais eficaz em vez de simplesmente aumentar os gastos.

Leia também  Seixal apresenta queixa contra E-Redes por cortes de eletricidade

Leia também: A importância da participação cívica na democracia.

inimigos da democracia inimigos da democracia inimigos da democracia Nota: análise relacionada com inimigos da democracia.

Leia também: Trump alerta Cuba para acordo urgente com os EUA

Fonte: ECO

Simular quanto pode poupar nos seus seguros!

Não percas as principais notícias e dicas de Poupança

Não enviamos spam! Leia a nossa política de privacidade para mais informações.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Back To Top