Trump avalia intervenção militar no Irão após protestos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está a preparar uma reunião com altos funcionários da sua administração para discutir a intervenção no Irão, de acordo com informações do ‘Wall Street Journal’. Este encontro, agendado para esta terça-feira, visa explorar várias opções em resposta aos protestos que têm agitado o país.

Entre as possibilidades em análise estão ataques militares, o uso de armas cibernéticas contra instalações iranianas e a imposição de novas sanções ao governo de Teerão. Além disso, a administração Trump considera reforçar o apoio a fontes antigovernamentais online, como forma de incentivar os manifestantes. A pressão sobre o Irão tem aumentado, especialmente após Trump ter expressado nas redes sociais que “o Irão está vislumbrando a LIBERDADE, talvez como nunca antes. Os EUA estão prontos para ajudar!!!”

Os protestos no Irão, que já resultaram em mais de 500 mortes, de acordo com um grupo de direitos humanos, têm gerado uma resposta severa por parte das autoridades iranianas. Teerão já ameaçou retaliar, atacando bases militares norte-americanas, caso os EUA decidam intervir em favor dos manifestantes. A situação é tensa, com o clero da república islâmica a enfrentar as maiores manifestações desde 2022.

Os dados mais recentes, fornecidos pelo grupo de direitos humanos HRANA, indicam que pelo menos 490 manifestantes e 48 membros das forças de segurança perderam a vida, além de mais de 10.600 detenções em apenas duas semanas de protestos. É importante notar que, até ao momento, o governo iraniano não divulgou números oficiais sobre as vítimas.

Os protestos começaram a 28 de dezembro, em resposta ao aumento dos preços devido à desvalorização da moeda, mas rapidamente se transformaram numa contestação ao regime que governa o Irão desde a revolução de 1979. As autoridades iranianas, como é habitual, acusam os Estados Unidos e Israel de instigar os distúrbios.

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A situação no Irão continua a ser monitorizada de perto, tanto por analistas políticos como por economistas, dado o impacto que uma possível intervenção no Irão pode ter nas relações internacionais e na economia global. Leia também: A influência dos protestos iranianos na economia mundial.

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Fonte: Sapo

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