Álvaro Santos, que até agora ocupava a vice-presidência da Câmara de Gaia, foi eleito o novo presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional Norte (CCDR Norte). A sua eleição, que ocorreu no passado dia 12 de outubro, marca a sucessão de António Cunha, que estava no cargo desde 2020 e se recandidatou como independente. Santos obteve mais de 55% dos votos, enquanto Cunha ficou abaixo dos 40%.
O colégio eleitoral que decidiu a nova liderança da CCDR Norte foi composto por 10.700 autarcas de 278 municípios. Para além de Santos, foram eleitos outros presidentes para as CCDR de diferentes regiões: Ribau Esteves para a CCDR Centro, Teresa Mourão Almeida para Lisboa e Vale do Tejo, Ricardo Pinheiro para o Alentejo e José Apolinário para o Algarve.
Os vice-presidentes eleitos incluem Ricardo Bento (Norte), Nuno de Almeida (Centro), José Alho (Lisboa e Vale do Tejo), Aníbal Coelho da Costa (Alentejo) e Jorge Botelho (Algarve).
Álvaro Santos, que renunciou à sua posição na Câmara de Gaia dois meses após a sua tomada de posse, já se pronunciou sobre a sua vitória. “O Norte escolheu iniciar um novo ciclo. As eleições para a presidência da CCDR Norte foram um momento claro de afirmação da vontade de mudança”, afirmou. O novo presidente compromete-se a liderar a CCDR Norte com “humildade, mas também com determinação”, focando-se em estratégias que promovam a coesão territorial e o desenvolvimento da região.
A CCDR Norte, que representa uma área com grande potencial, será agora liderada por alguém que acredita na valorização do conhecimento e na proximidade com os municípios. Santos deixou uma mensagem clara: “O tempo agora é de trabalho, cooperação institucional e resultados, num Norte que tem talento, capacidade e futuro”.
No Algarve, José Apolinário também foi reeleito com 75,9% dos votos, destacando-se entre os candidatos da CCDR. No total, mais de 10.700 autarcas participaram nas eleições, que se realizaram em assembleias municipais em todo o país. O novo ciclo na CCDR Norte é, portanto, um reflexo da vontade dos autarcas de promover mudanças significativas na região.
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Fonte: ECO





