André Ventura destaca-se nas redes sociais nas presidenciais

As redes sociais tornaram-se um elemento crucial nas campanhas políticas, especialmente nas eleições presidenciais. Durante a primeira semana de campanha, entre 4 e 11 de janeiro, os dados revelam um panorama interessante sobre a performance digital dos candidatos.

André Ventura, do Chega, é o grande destaque, acumulando cerca de 888 mil seguidores no Facebook, 868 mil no Instagram e 118 mil no TikTok. No entanto, as surpresas surgem nas posições seguintes. Catarina Martins, do Bloco de Esquerda, ocupa o segundo lugar no Facebook, com aproximadamente 114 mil seguidores, e também se destaca no TikTok, onde conta com cerca de 29,7 mil. António José Seguro e João Cotrim de Figueiredo completam o quadro, com 77 mil e 198 mil seguidores, respetivamente.

Analisando o crescimento de seguidores desde o início da campanha, Ventura lidera com um aumento de 72.300 seguidores, seguido por Catarina Martins e João Cotrim de Figueiredo, que angariaram 52,4 mil e 45,1 mil, respetivamente. No entanto, Jorge Pinto apresenta o maior crescimento percentual, com cerca de 28%, embora tenha apenas 40.256 seguidores no total.

As interações e visualizações são métricas essenciais nas redes sociais. Ventura, por exemplo, teve um vídeo intitulado “Grande Estouro na Catarina Martins” que gerou 59,2 mil reações no Facebook e 95 mil no Instagram. Contudo, a sua taxa de interação foi de apenas 0,42%, o que indica uma visualização passiva do conteúdo.

João Cotrim de Figueiredo, apesar de estar atrás de Ventura em termos de seguidores, conseguiu captar mais visualizações no TikTok com um vídeo que atingiu 264,5 mil visualizações. A sua estratégia de utilizar gráficos e dados para mostrar uma “tendência ascendente” tem sido eficaz, especialmente entre o público mais jovem.

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Luís Marques Mendes, apoiado pelo PSD, também se destacou, especialmente com o apoio do cantor Toy, que gerou um bom número de reações nas redes sociais. A sua abordagem foca-se em clipes curtos que atraem a atenção do público, embora o seu alcance total seja inferior ao de outros candidatos.

António José Seguro, por sua vez, tem uma abordagem mais longa e institucional nas suas publicações, o que resulta em uma taxa de interação elevada, mas com dificuldades em atingir o público mais jovem nas redes sociais.

Catarina Martins tentou humanizar a sua imagem através de vídeos de bastidores e culinária, mas enfrenta uma taxa de polarização negativa que pode limitar o seu alcance.

Em suma, a análise das redes sociais nas presidenciais revela que, embora André Ventura lidere em termos de seguidores, a dinâmica das interações e a capacidade de engajar o público variam significativamente entre os candidatos. As redes sociais são, sem dúvida, um campo de batalha crucial nesta campanha.

Leia também: O impacto das redes sociais nas eleições.

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Fonte: ECO

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