Ventura rejeita apoio do primeiro-ministro na sua campanha

O candidato à presidência, André Ventura, declarou hoje que não deseja o apoio do primeiro-ministro, Luís Montenegro, na sua campanha. Durante uma arruada na rua de Santa Catarina, no Porto, Ventura criticou outros candidatos que, segundo ele, andam “a pedinchar” o apoio do líder do PSD.

“Quando outros escolhem andar a pedinchar ao primeiro-ministro, eu quero dizer que nós não o queremos. Queremos o povo comum nesta campanha. Queremos os homens e mulheres de trabalho deste país”, afirmou Ventura, que também é presidente do partido Chega. O candidato considerou que os seus adversários estão “desorientados” por procurarem o apoio do primeiro-ministro, afirmando que isso demonstra uma falta de compreensão da realidade política em Portugal.

Ventura recordou que, no passado, considerou que um eventual apoio do PSD a António José Seguro, que é apoiado pelo PS, numa segunda volta das eleições, seria “completamente contrário” ao trabalho que tem sido feito entre os sociais-democratas e o Chega no Parlamento. O candidato deixou claro que a decisão de apoiar a sua candidatura deve ser da “consciência” do primeiro-ministro.

“Luís Montenegro pode entrar na campanha as vezes que quiser, e os restantes adversários podem trazer todas as figuras conhecidas deste país. Eu não as quero. Eu quero o povo português”, sublinhou Ventura.

O candidato também criticou a postura de Montenegro, afirmando que este “não sabe o que é lutar para erguer este país”. Ventura acredita que os portugueses estão “fartos” das “políticas bafientas de corredor” e que é tempo de mudar a abordagem política.

No final de um discurso que durou cerca de 15 minutos, Ventura enfatizou que uma vitória nas eleições de domingo será uma mensagem clara para Bruxelas. “Aqui mandamos nós e não aceitamos que ninguém nos diga o que fazer em Portugal. Aqui não seremos invadidos, aqui não seremos substituídos, aqui teremos um país nosso. Este é um país de valores cristãos e será assim até ao fim”, afirmou, quase em tom de grito, no encerramento da sua intervenção.

Leia também  Televisões acordam debates presidenciais sem exclusividade

Leia também: O impacto das eleições presidenciais na economia nacional.

apoio do primeiro-ministro apoio do primeiro-ministro apoio do primeiro-ministro Nota: análise relacionada com apoio do primeiro-ministro.

Leia também: Corrida a Belém: 90 milhões de euros em apostas nas presidenciais

Fonte: Sapo

Simular quanto pode poupar nos seus seguros!

Não percas as principais notícias e dicas de Poupança

Não enviamos spam! Leia a nossa política de privacidade para mais informações.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Back To Top