A bolsa de Lisboa continua a sua trajetória negativa, com o índice PSI a perder 1,75% e a situar-se nos 8.411,27 pontos. Este desempenho é amplamente influenciado pelas quedas acentuadas das ações de várias construtoras, que têm sido as principais responsáveis pela desvalorização do índice.
A Mota-Engil destaca-se como a empresa com as maiores perdas, registando uma queda de 3,53%, com as suas ações a serem negociadas a 4,804 euros. Segue-se a Teixeira Duarte, que também apresenta um desempenho negativo, com uma descida de 2,99% e ações a 0,5840 euros. A EDP Renováveis não escapa à tendência, perdendo 2,84% e fixando o seu valor em 12,31 euros. Outras empresas como o BCP, que desce 2,69% para 0,8756 euros, e a Altri, que regista uma queda de 2,13% para 4,370 euros, também contribuem para o clima negativo do PSI.
A Semapa e a Jerónimo Martins também estão entre as cotadas que apresentam perdas, com descidas de 2,07% e 0,39%, respectivamente. Por outro lado, a Ibersol é a única empresa do índice que mantém-se estável, sem registar perdas nem ganhos, permanecendo “flat”.
No panorama europeu, as principais bolsas também estão a enfrentar dificuldades. O DAX alemão cai 1,70%, fixando-se em 24.647,00 pontos, enquanto o CAC40 francês perde 1,37%, situando-se nos 8.000,61 pontos. O Ibex35 espanhol não fica atrás, com uma descida de 1,79%, estabelecendo-se em 17.349,95 pontos.
No mercado do petróleo, o barril de WTI apresenta uma leve valorização de 0,44%, alcançando os 59,60 dólares, enquanto o Brent sobe 0,43%, fixando-se nos 64,22 dólares. O gás natural, por sua vez, dispara 23,27%, atingindo os 3,832 dólares.
No que diz respeito ao mercado cambial, o euro valoriza 0,78% face ao dólar, estabelecendo-se nos 1,1737 dólares. Este movimento pode ser um reflexo das incertezas que afetam as bolsas, incluindo o PSI.
Leia também: Análise das tendências do mercado de ações em Portugal.
PSI PSI Nota: análise relacionada com PSI.
Leia também: Ações da Rigetti Computing Disparam 45,2% em 2023
Fonte: Sapo





