O fundo Mare Nostrum Global Equities, gerido pela Lagaretta Capital, registou um crescimento notável nos últimos seis meses. Desde o seu lançamento em junho do ano passado, o fundo passou de 35 milhões para 70 milhões de euros sob gestão, demonstrando um forte apetite por parte dos investidores. Este aumento significativo nos ativos reflete a confiança depositada na gestão do fundo e na sua estratégia de investimento.
A rentabilidade líquida de comissões do Mare Nostrum é de 15,52%, o que se traduz num retorno anualizado de 30,1%. João Cortez Lobão, fundador e maior acionista do fundo, explica que “os clientes que subscreveram 100 euros no lançamento, hoje têm 115 euros”. Esta performance positiva tem atraído novos investidores, que veem no Mare Nostrum uma oportunidade de crescimento.
O objetivo da gestão é ambicioso: “Trabalhamos para que, no final de 2027, a cotação possa estar nos 160 euros. A prioridade é fazer crescer o património dos nossos clientes”, afirma Cortez Lobão. Esta visão de longo prazo é um dos pilares que sustentam a confiança dos investidores no fundo.
Uma das características que torna o Mare Nostrum atrativo é a sua total liquidez. Não existem limitações na subscrição ou no resgate, permitindo que os investidores tenham acesso rápido aos seus fundos. “Há um montante mínimo de 100 mil euros, mas no dia seguinte se a pessoa quiser resgatar 50 mil pode”, acrescenta o fundador, sublinhando a flexibilidade que o fundo oferece.
Com uma cotação diária, o Mare Nostrum posiciona-se como uma opção viável para quem procura diversificar o seu portfólio de investimentos. A transparência e a gestão ativa são fatores que têm contribuído para a crescente popularidade deste fundo no mercado.
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Fonte: Sapo





