Desastres da depressão Kristin causam prejuízos em Leiria

A depressão Kristin deixou um rasto de destruição em várias áreas de Portugal, com Leiria a ser uma das regiões mais afetadas. Luís Febra, presidente da Nerlei – Associação Empresarial da Região de Leiria, expressou a sua preocupação em relação à gravidade da situação. Durante uma reunião com o Ministro da Economia, Castro Almeida, Febra afirmou que os prejuízos na região podem ascender a centenas de milhões de euros, embora ainda não seja possível fazer uma contabilização precisa.

“Estava a vir de carro a caminho de Leiria e deu-me vontade de chorar com o que via”, desabafou Febra, que estava na Roménia quando a tempestade atingiu o país. Ao chegar, constatou que a realidade era ainda mais alarmante do que imaginava. “Não é apenas Leiria, a Marinha Grande também está desolada. Há fábricas que desapareceram. Parece que caiu uma bomba”, descreveu.

A situação é crítica, com muitas empresas a enfrentarem dificuldades em retomar as suas operações. A falta de comunicações estáveis tem dificultado a avaliação dos danos e a coordenação entre as empresas. O governo, por sua vez, prometeu dar prioridade ao restabelecimento do fornecimento energético, um passo essencial para a recuperação da região. Jean Barroca, secretário de Estado da Energia, esteve presente na reunião e deixou uma mensagem de esperança sobre a rápida restauração da energia.

Além dos danos nas infraestruturas, as consequências da depressão Kristin podem afetar as cadeias de fornecimento. “Leiria é um território forte na exportação, e se não conseguirmos produzir e enviar os nossos materiais, muitas empresas podem parar”, alertou Febra. A situação é ainda mais complicada pela dificuldade em comunicar, uma vez que muitos empresários não conseguem contactar os seus associados.

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Os próximos passos incluem a centralização da informação sobre os prejuízos nas Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) e nas câmaras municipais, que poderão transmitir os dados ao governo. “As câmaras têm uma amplitude maior do que as associações”, explicou Febra, que continua a tentar perceber a situação de todos os associados da Nerlei.

A recuperação será um processo longo e difícil, mas a solidariedade entre as empresas e associações pode ser um fator decisivo para enfrentar os desafios que se avizinham. Leia também: O impacto das catástrofes naturais na economia local.

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Fonte: ECO

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