Recentemente, foram divulgados documentos do FBI relacionados ao caso de Jeffrey Epstein, que incluem alegações de abuso sexual contra o ex-Presidente Donald Trump. Segundo informações do tabloide britânico The Mirror, os documentos contêm notas de chamadas feitas para uma linha de denúncias do FBI, onde uma denunciante afirma ter informações sobre Trump ter abusado de uma menor.
Entre as denúncias apresentadas, algumas foram descartadas por não serem consideradas credíveis. Contudo, um relato específico destaca-se: uma amiga não identificada teria afirmado que, há cerca de 25 anos, foi forçada a praticar sexo oral em Trump quando tinha apenas 13 ou 14 anos. A alegação inclui um incidente em que a jovem supostamente mordeu Trump, resultando numa agressão física por parte do ex-Presidente.
As notas do FBI indicam que os agentes não desconsideraram completamente o relato, tendo encaminhado a denúncia para o gabinete de Washington para uma possível entrevista. No entanto, não há confirmação se essa entrevista foi realizada.
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos emitiu um comunicado esclarecendo que os documentos podem conter informações falsas ou fraudulentas, uma vez que tudo o que foi enviado ao FBI pelo público foi incluído na divulgação. O comunicado também destaca que algumas alegações contra Trump são infundadas e que, se fossem credíveis, já teriam sido utilizadas como arma política contra ele.
Além disso, os documentos revelam um depoimento de uma mulher que afirma ter sido violada por Trump, segundo relatos de um motorista de limusina que o transportou em 1995. Este motorista descreveu conversas perturbadoras durante a viagem, que quase o levaram a agredi-lo.
O Departamento de Justiça anunciou a divulgação de três milhões de documentos sobre Epstein, incluindo mais de 2.000 vídeos e 180.000 imagens, muitas das quais são de conteúdo pornográfico. A revelação destes documentos tem gerado um intenso debate sobre a rede de exploração sexual que envolvia Epstein, que faleceu em 2019 antes de ser julgado.
A pressão para a divulgação deste acervo de informações uniu congressistas de ambos os partidos, republicanos e democratas, mesmo contra a vontade de Trump. A relutância do ex-Presidente em lidar com o caso Epstein tem gerado indignação entre os seus apoiantes, que veem nesta situação uma confirmação das suas suspeitas sobre a corrupção nas elites.
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Fonte: Sapo





