Os municípios de Coimbra e Montemor-o-Velho emitiram um alerta para o “risco elevado” de cheias e inundações, especialmente nas áreas ribeirinhas, durante a madrugada que se aproxima. As previsões meteorológicas indicam períodos de chuva intensa, levando as autoridades a aconselharem a população a estar preparada.
A Câmara Municipal de Coimbra utilizou as redes sociais para informar os cidadãos sobre a importância de conhecer a sua Zona de Concentração e Apoio à População (ZCAP). “Se reside numa zona ribeirinha de risco, prepare uma mala de emergência com documentos, medicamentos e artigos essenciais”, destacou a autarquia. Além disso, é fundamental seguir as instruções das autoridades e manter-se atento aos avisos oficiais.
O executivo de Montemor-o-Velho também fez um apelo à prudência, sublinhando a necessidade de adotar medidas de autoproteção. “Evite circular junto de zonas ribeirinhas que historicamente são vulneráveis a inundações rápidas. Não atravesse áreas inundadas, pois isso pode resultar em arrastamento de pessoas ou veículos”, alertou.
Os avisos foram emitidos em resposta às previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), que indicam que o distrito de Coimbra estará sob aviso amarelo a partir da meia-noite de 2 de fevereiro. O vento também se fará sentir com intensidade, com avisos laranja e amarelo para a região. As previsões de chuva persistirão ao longo da semana, aumentando o risco de cheias e inundações em áreas como o Vale do Mondego.
As autoridades reforçam a necessidade de condução defensiva, especialmente durante a noite, devido à formação de lençóis de água nas estradas. “Respeite toda a sinalização e indicações das autoridades. Mantenha os sistemas de escoamento de águas desobstruídos e evite deixar objetos soltos em varandas e terraços”, aconselharam.
A Junta de Freguesia de Pereira, em Montemor-o-Velho, também alertou para a possibilidade de cheias na zona histórica da vila. “Aproveitem as próximas horas para proteger os bens e a junta está disponível para ajudar no que for necessário”, indicou.
A passagem da depressão Kristin por Portugal continental, na quarta-feira, causou destruição significativa, resultando em pelo menos cinco mortos e vários feridos. Os danos incluem quedas de árvores, interrupções de serviços de transporte e cortes de energia. O Governo declarou situação de calamidade em cerca de 60 municípios, um número que pode aumentar à medida que a situação evolui.
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Fonte: ECO





