Governo prolonga calamidade até 15 de fevereiro

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, anunciou esta quinta-feira que o Governo decidiu prolongar a situação de calamidade, que terminaria este domingo, até ao dia 15 de fevereiro. Esta decisão surge em resposta às dificuldades que o país ainda enfrenta, justificando assim a manutenção das medidas de emergência.

Montenegro sublinhou que a situação de calamidade é necessária, uma vez que “sabemos que ainda teremos uma situação difícil que vai prolongar as condições que justificaram esta situação de calamidade”. O primeiro-ministro fez uma comunicação ao país, onde expressou a sua preocupação com o impacto que a situação está a ter na vida dos portugueses. “Independente do drama que significa a situação pelo que estão a passar, quero dar a palavra de que estamos a esgotar as possibilidades para acorrer às necessidades”, afirmou.

Além do prolongamento da situação de calamidade, o Conselho de Ministros também decretou uma situação de contingência devido ao risco elevado de inundações. Esta medida visa preparar o país para eventuais desastres naturais que possam ocorrer nas próximas semanas.

Relativamente às eleições agendadas para o próximo domingo, Montenegro referiu que existem alguns constrangimentos no terreno, mas que a maioria destes são superáveis. “Temos de garantir que as mesas de voto abram em condições para que todos possam votar. Na esmagadora maioria do país haverá condições de garantir as eleições”, assegurou. O primeiro-ministro deixou a responsabilidade aos presidentes das câmaras municipais para avaliar se há condições adequadas para o exercício do voto em determinadas freguesias e mesas.

A situação de calamidade continua a ser uma prioridade para o Governo, que se compromete a acelerar a reconstrução nas áreas afetadas e a garantir que existem condições para o fazer. A população pode contar com o apoio necessário para enfrentar este período difícil.

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Fonte: Sapo

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