O Governo português decidiu prolongar a situação de calamidade até ao dia 15 de fevereiro, conforme anunciado pelo primeiro-ministro Luís Montenegro. Esta medida surge em resposta às dificuldades persistentes que o país enfrenta, com condições climatéricas adversas que justificam a manutenção da situação de calamidade.
Durante um briefing após o Conselho de Ministros, Montenegro sublinhou que a situação de calamidade é essencial para mobilizar todos os recursos disponíveis. “Garantimos a mobilização de todos os meios da Proteção Civil, bombeiros, militares, forças de segurança, departamentos de saúde e autarquias locais. É fundamental que trabalhemos juntos para enfrentar esta adversidade”, afirmou o chefe do Governo.
A situação de calamidade foi inicialmente decretada entre 28 de janeiro e 1 de fevereiro, abrangendo cerca de 60 municípios. Posteriormente, foi estendida até 8 de fevereiro para 68 concelhos, devido à necessidade de assistência contínua às populações afetadas e ao risco extremo de cheias que se prevê para os próximos dias.
Montenegro destacou que, embora estes sejam dias de emergência, também são momentos cruciais para o início rápido da reconstrução e recuperação das áreas afetadas. “Sabemos que são dias difíceis, mas estamos determinados a garantir que a ajuda chegue a quem mais precisa”, frisou.
Com o prolongamento da situação de calamidade, o Governo reforça o seu compromisso em proteger as comunidades e minimizar os impactos das inundações. A colaboração entre diferentes entidades é vista como essencial para enfrentar os desafios que se avizinham.
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Fonte: ECO





