Em janeiro, o setor privado dos Estados Unidos registou a criação de 22.000 novos empregos, segundo o ADP National Employment Report, elaborado em colaboração com o Stanford Economy Lab. Este relatório baseia-se em dados anónimos de mais de 26 milhões de trabalhadores do setor privado, refletindo a evolução do mercado de trabalho norte-americano.
Apesar de um mês relativamente calmo em termos de contratações, o setor de educação e serviços de saúde destacou-se, com a adição de 74.000 postos de trabalho. Por outro lado, a indústria continua a enfrentar dificuldades, perdendo empregos de forma consistente desde março de 2024. Este cenário levanta preocupações sobre a sustentabilidade do emprego neste sector.
A economista chefe da ADP, Nela Richardson, comentou que a criação de empregos deu um passo atrás em 2025, com os empregadores privados a gerarem 398.000 empregos, uma queda significativa em comparação com os 771.000 postos de trabalho criados em 2024. Esta desaceleração pode indicar uma mudança nas dinâmicas do mercado laboral, que os analistas vão acompanhar de perto.
Em termos de salários, o crescimento para aqueles que mantiveram os seus empregos foi de 4,5% em relação ao ano anterior, mantendo-se estável. No entanto, para os trabalhadores que mudaram de emprego, o crescimento salarial anualizado diminuiu ligeiramente, passando de 6,6% para 6,4%. Esta tendência poderá influenciar as decisões de emprego e as expectativas salariais dos trabalhadores.
O relatório do ADP é uma ferramenta importante para entender o estado do mercado de trabalho nos EUA, e a criação de empregos é um indicador crucial para a saúde económica do país. Leia também: “Impacto da inflação no mercado de trabalho dos EUA”.
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Fonte: Sapo





