Fundação Jerónimo Martins destina 4 milhões para apoio à reconstrução

A Fundação Jerónimo Martins anunciou que irá destinar quatro milhões de euros para apoiar a reconstrução das áreas afetadas pela tempestade Kristin. Este montante será dividido entre um milhão de euros para a estrutura de missão criada pelo Governo e três milhões para os trabalhadores do grupo que sofreram danos.

Em comunicado, a Fundação revelou que irá doar um milhão de euros à missão “Reconstrução da região Centro do País”, que foi estabelecida recentemente pelo Governo. Esta estrutura tem como objetivo coordenar o apoio a populações, empresas e autarquias, além de monitorizar as ações de recuperação e revitalização das zonas atingidas.

Além do apoio à estrutura governamental, a Fundação Jerónimo Martins anunciou um apoio financeiro extraordinário, a fundo perdido, para cerca de 150 famílias de colaboradores. Estas famílias, localizadas principalmente nos concelhos de Leiria, Ourém, Marinha Grande, Pombal e Nazaré, foram identificadas como vítimas de danos materiais significativos devido às intempéries.

O apoio à reconstrução inclui um investimento total estimado em três milhões de euros. Cada agregado familiar que tenha perdido a sua habitação permanente receberá 50.000 euros, enquanto aqueles que sofreram perdas parciais terão direito a 25.000 euros. Além disso, haverá um apoio de 7.500 euros para compensar perdas de bens essenciais e até 15.000 euros para perdas de meios de transporte.

Desde a passagem das depressões Kristin e Leonardo, doze pessoas perderam a vida em Portugal, e muitas outras ficaram feridas ou desalojadas. As consequências materiais do temporal incluem a destruição de casas, empresas e infraestruturas, bem como o fecho de estradas e serviços essenciais. As regiões mais afetadas são o Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo.

O Governo prolongou a situação de calamidade até 15 de fevereiro, abrangendo 68 concelhos que beneficiarão de medidas de apoio que podem chegar a 2,5 mil milhões de euros. Inicialmente, a situação de calamidade foi decretada entre 28 de janeiro e 1 de fevereiro para cerca de 60 municípios, sendo depois estendida até 8 de fevereiro e, agora, até ao dia 15.

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Leia também: A resposta do Governo às consequências das tempestades.

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Fonte: ECO

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