Moradias mais baratas que apartamentos na maioria dos distritos

Um recente estudo do Observatório Imobiliário em Portugal, gerido pelo Doutor Finanças, revelou que, na maioria dos distritos do país, as moradias são mais baratas do que os apartamentos. A análise, realizada a 1 de janeiro de 2026, abrangeu os 18 distritos e as duas regiões autónomas, e apenas três exceções foram identificadas.

As exceções são os distritos de Évora, Faro e Setúbal, onde os preços dos apartamentos superam os das moradias. Em Évora, o preço médio dos apartamentos é de 1.819 euros por metro quadrado, enquanto as moradias alcançam 2.223 euros por metro quadrado. Em Faro, os apartamentos custam 4.633 euros/m², comparados a 4.710 euros/m² para as moradias. Por fim, em Setúbal, os apartamentos estão a 3.569 euros/m² e as moradias a 4.345 euros/m².

Em todos os outros distritos, o cenário é favorável para quem procura moradias mais baratas. A análise utilizou o valor por metro quadrado como métrica comum, permitindo uma comparação clara entre os diferentes tipos de habitação.

Lisboa destaca-se como o distrito com os preços mais elevados, tanto para apartamentos como para moradias. O valor médio dos apartamentos na capital é de 5.667 euros/m², enquanto as moradias custam 4.848 euros/m². Isso significa que um apartamento de 100 m² em Lisboa custa, em média, 566.700 euros, enquanto uma moradia custa 484.800 euros.

O distrito de Faro segue na lista dos mais caros, com moradias a 4.633 euros/m² e apartamentos a 4.710 euros/m². A Madeira completa o pódio, com moradias a 4.620 euros/m² e apartamentos a 4.027 euros/m².

Por outro lado, o interior do país apresenta preços mais acessíveis. Portalegre é o distrito com os apartamentos mais baratos, a 1.147 euros/m², seguido pela Guarda e Bragança. No que diz respeito às moradias, a Guarda lidera com o preço mais baixo, a 702 euros/m², seguida de Castelo Branco e Bragança.

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Em alguns distritos, como Castelo Branco, Coimbra e Vila Real, os apartamentos podem custar mais do dobro das moradias, evidenciando a diferença de preços no mercado.

Além dos preços, o Observatório também analisou a oferta de habitação. A 1 de janeiro de 2026, estavam disponíveis 87.122 casas, das quais 35.670 eram moradias e 51.452 apartamentos. O valor total dos imóveis no mercado ultrapassa os 53 mil milhões de euros, com 23.631 milhões correspondendo a moradias e 29.671 milhões a apartamentos.

Lançado a 13 de janeiro, o Observatório Imobiliário em Portugal pretende fornecer dados fiáveis sobre o mercado residencial, incluindo preços de venda e arrendamento, bem como o Índice de Acessibilidade Habitacional, que relaciona os rendimentos das famílias com as prestações do crédito à habitação.

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Fonte: Doutor Finanças

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