Os ETFs (fundos de índice) são uma forma popular de os investidores obterem exposição ao mercado de obrigações. Entre as opções disponíveis, destacam-se o IEI e o MUB. No entanto, as isenções fiscais associadas ao MUB podem ser um fator decisivo para muitos investidores.
O MUB, que investe em obrigações municipais, oferece isenções fiscais que podem resultar em retornos mais elevados para os investidores, especialmente aqueles que estão em escalões de imposto mais elevados. Estas isenções fiscais tornam o MUB uma alternativa atraente, uma vez que os rendimentos das obrigações municipais não são sujeitos a impostos federais, e em alguns casos, também não são tributados a nível estadual.
Por outro lado, o IEI, que se concentra em obrigações do Tesouro dos EUA, não oferece as mesmas vantagens fiscais. Embora o IEI seja uma escolha sólida para quem procura segurança e estabilidade, os investidores que buscam maximizar os seus retornos líquidos podem encontrar no MUB uma opção mais vantajosa devido às suas isenções fiscais.
Além disso, as isenções fiscais do MUB podem proporcionar um diferencial importante em cenários de alta de taxas de juro, onde os rendimentos das obrigações podem ser afetados. Assim, os investidores que consideram a sua carga fiscal podem ver no MUB uma oportunidade de otimizar os seus investimentos.
Em suma, enquanto o IEI e o MUB são ambos ETFs respeitáveis para exposição ao mercado de obrigações, as isenções fiscais do MUB podem dar-lhe uma vantagem significativa. Para investidores que procuram maximizar os seus retornos após impostos, o MUB merece uma consideração especial.
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Fonte: Fool





