Tempestade Kristin: La Redoute Leiria enfrenta desafios

A tempestade Kristin deixou um rasto de destruição em Leiria, afetando gravemente a La Redoute, uma das principais empresas da região. Uma semana após a passagem da depressão, a situação nas imediações da empresa é desoladora. A Rua Beco dos Perdigais, que dá acesso à La Redoute, está cortada devido a um poste de eletricidade caído, ainda com fios expostos. A chuva incessante agrava a situação, enquanto trabalhadores tentam recuperar o que podem.

Ana Raquel Batalha, CFO da La Redoute em Portugal, é uma das responsáveis pela resposta à crise. Com a empresa a enfrentar danos significativos, incluindo vidros partidos e estruturas danificadas, a prioridade foi garantir a segurança dos colaboradores e manter as operações em funcionamento. “A tempestade Kristin trouxe não só destruição, mas também muita confusão”, comenta Ana Raquel, enquanto mostra as áreas afetadas.

Os danos são evidentes: telhados danificados, água a entrar nas instalações e uma quantidade impressionante de detritos espalhados. Apesar do cenário caótico, a equipa da La Redoute está determinada a retomar a normalidade. “Estamos a conseguir que cerca de 30 colaboradores regressem ao trabalho, enquanto outros estão a trabalhar remotamente”, explica a CFO.

A La Redoute não é apenas uma empresa local; é um centro de excelência em contabilidade e IT, com mais de 100 funcionários a servir o grupo em toda a Europa. A tempestade Kristin complicou a situação, mas a equipa está a fazer o possível para cumprir prazos e manter a comunicação com os clientes. “Não podíamos falhar, e as pessoas estavam ansiosas para voltar à rotina”, afirma Ana Raquel.

A empresa já implementou um plano de emergência. Aqueles que tinham condições de trabalhar em casa foram incentivados a fazê-lo, enquanto outros encontraram abrigo nas instalações da Startup Leiria. “O nosso objetivo é responder a todos os clientes, internos e externos, sem comprometer a qualidade do serviço”, salienta Ana Raquel.

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No que diz respeito à contabilidade, a CFO assegura que a tempestade não afetou significativamente os processos. “Estamos a fechar o mês, e apesar do atraso, acreditamos que conseguiremos recuperar rapidamente”, afirma com confiança. A La Redoute está a trabalhar na reparação dos edifícios danificados, com os senhorios já a encomendar materiais essenciais.

À medida que a normalidade começa a regressar, os colaboradores da La Redoute estão a adaptar-se ao novo ambiente de trabalho. A máquina de café foi deslocada para uma área segura, e as conversas entre os colegas começam a preencher os espaços antes silenciosos. “Estamos a reconstruir, e a tempestade Kristin não nos vai parar”, conclui Ana Raquel.

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tempestade Kristin Nota: análise relacionada com tempestade Kristin.

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Fonte: ECO

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